São Paulo – A Honda está convocando 477.580 proprietários de modelos Fit, City, Civic e CR-V para substituição gratuita do insuflador do airbag do motorista.

Trata-se do maior recall da marca no Brasil e o terceiro anunciado em menos de três meses.

Segundo a montadora, caso não seja trocado, a estrutura do insuflador poderá romper durante o acionamento do airbag, provocando a projeção de fragmentos metálicos no interior do automóvel, o que poderá causar lesões graves ou até mesmo fatais.

O modelo com maior número de recall desta vez é o Civic, para o qual estão sendo convocados 219.013 proprietários de carros fabricados de 2007 a 2011.

Em seguida, aparece o Fit, com chamado para 123.322 unidades produzidas entre 2010 e 2012.

Para o City, o recall envolve 75.508 modelos 2007 a 2011. Já do CR-V, estão sendo chamados 59.737 donos de unidades fabricadas entre 2009 e 2012.

O agendamento da troca deve ser feito pelo telefone 0800-701-3432 ou pelo site www.honda.com.br/recall/autos

 

A Honda explicou que o novo recall é uma extensão do convocado em 1º de junho, também para substituição gratuita do insuflador do airbag do motorista e do passageiro.

Naquele mês, o chamado envolveu 290.361 modelos Fit, Civic e CR-V fabricados entre 2004 e 2009. Menos de um mês antes, em 12 de maio, a montadora japonesa tinha convocado 423.217 donos de modelos Fit, City, Civic e CR-V para consertar defeito no sensor que mede o combustível no tanque, até então, o maior recall da marca no País.

 

 

Fonte: Exame/Abril


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Muita gente já deve ter passado por isto: entra no carro pensando em tudo o que tem para fazer, vira a chave de contato e nada. Subitamente vem aquela sensação de impotência. O que fazer quando o carro não pega?

 

São centenas de falhas que podem deixá-lo na mão, mas a seguir vou dar algumas dicas que ajudarão a identificar 90% dos problemas.

 

Para começar é preciso saber o básico. Para que ocorra a combustão, é necessária a presença dos 3 elementos: ar, combustível e centelha.

 

Se o motor não funciona é porque um deles não está presente, ou não chega na quantidade suficiente.

 

AR

 

O primeiro é fácil de descartar. Só não entra ar no motor do carro se o filtro de ar estiver entupido ou se você estiver imerso em um alagamento, ou ainda se o escapamento estiver entupido.

 

Gasolina

 

COMBUSTÍVEL

 

Dentro deste item vamos destacar a bomba de combustível. Ela fica alojada dentro do tanque, e o acesso na maioria dos carros é em baixo do assento do banco traseiro. Levante o assento coloque o ouvido na tampa e solicite que alguém ligue e desligue a ignição. Tente ouvir se ela está trabalhando. Ela pode estar funcionando com baixa pressão (menos de 2 bar), e neste caso o motor não irá pegar.

 

Outro ponto relacionado ao combustível é a perda de programação do motor flex. Isto ocorre quando você abastece com outro combustível e em seguida estaciona o carro, sem dar tempo suficiente para a injeção fazer a reprogramação.

 

Falta de combustível é outro "campeão de audiência". Muitas vezes a boia medidora do combustível pode emperrar. Nestes casos, o indicador do combustível não avisa corretamente o nível e você pode estar com o tanque vazio sem saber. A boia medidora emperra muito em carros que andam só com álcool ou combustíveis adulterados.

 

Para veículos que possuem reservatório de partida a frio, é preciso checar se ele não está vazio ou se a gasolina não está estragada.

 

Combustível adulterado também é responsável por problemas, principalmente quando chega no final do tanque, quando elementos como água e solventes sobram no fundo e não podem ser queimados no motor.

 

Alternador

 

CENTELHA

 

Popularmente conhecida por faísca da vela, a centelha é um arco voltaico, parecido com o acendedor do fogão, gerado por uma corrente elétrica produzida pelo alternador e armazenada pela bateria. Só que esta corrente passa por outros componentes antes de chegar até as velas do motor.

 

Por essa introdução você já percebeu o “ninho de cobra” que vamos entrar, mas calma. Vamos abordar os principais vilões elétricos.

 

A bateria deve ser a 1ª coisa a ser verificada. Se o motor de partida não girar, ou girar de forma lenta, o problema pode estar ali. Mas é necessário verificar também se o alternador está funcionando.

 

A bateria deve informar uma tensão mínima de 12V e no momento da partida não deve cair abaixo dos 9V. Quando o motor estiver funcionando a tensão medida nos bornes (polos da bateria) deve ser maior, entre 13,5V e 14V, o que indica o bom funcionamento do alternador.

 

Bom, se a bateria e o alternador estiverem em ordem, verifique alarmes, travas e bloqueadores. Com um pouco menos de frequência, a bobina (peça que amplifica a tensão que chega nas velas) também entra na lista dos problemas.

 

Existem 2 sensores da injeção eletrônica que dão algum trabalho: o sensor de rotação e o sensor de oxigênio. Mas deixe para seu mecânico checar, pois em alguns casos eles "recalamam", mas nem sempre eles são os responsáveis.

 

Chave do carro

 

A chave do carro pode também ser o problema. Atualmente, elas possuem um chip, que é uma espécie de DNA analisado toda vez que você insere no contato. Quando a chave cai no chão, esse chip pode se romper e o carro não pega. Experimente a chave reserva.

 

Você pode não acreditar, mas já vi muita gente chamar o seguro sem verificar se o câmbio automático estava no “P” ou no “N” para dar a partida. Se ele estiver em qualquer outra posição, a partida não acontece.

 

Um "caminhão de problemas" pode impedir a partida do seu carro, mas estes são os mais frequentes. Uma boa dica é dar uma geral no carro a cada 10.000 km, assim você para o carro quando você pode, e não quando ele quer.

 

 

Fonte: G1/Carros

Luz_diurna_de_rodagem_DRL

 

As luzes diurnas de rodagem (conhecidas pela sigla em inglês DRL) serão obrigatórias em todos os projetos novos de veículos a partir de 2021 e em todos os modelos 0 km vendidos no Brasil a partir de 2023, segundo uma recente resolução do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Entre as novas regras, o órgão estabeleceu as características e especificações técnicas para o equipamento, que geralmente utiliza lâmpadas de LED. Ele deve ser ligado automaticamente quando for dada a partida no carro.

Desde o ano passado, o DRL é aceito como farol baixo em rodovias durante o dia. No entanto, a faixa de lâmpadas no farol ou perto do farol não vale para outras situações em que o farol baixo é exigido, como circulação à noite ou em túneis.

Além do farol de rodagem diurna, o indicador de direção lateral também será obrigatório em veículos no Brasil a partir de 2021 para novos projetos e a partir de 2023 para todos os modelos 0 km vendidos.

De acordo com o órgão, o dispositivo é uma "lanterna utilizada para indicar a outros usuários da via que o motorista tem a intenção de mudar a direção do veículo para a direita ou para a esquerda e instalada na lateral do veículo", ou seja, são aquelas setas laterais nos espelhos ou na própria lataria do veículo.

 

 

imagem

 

 

Proibido mexer

A partir de 2021, qualquer alteração nos dispositivos de luz externa dos veículos será proibida. Isso vale para colocação de adesivos, pinturas, películas e troca de lâmpadas que não tenham a mesma especificação original do fabricante.

Desde 2011, a instalação de faróis de xenônio está proibida em modelos que não saíram com ele de fábrica. O não cumprimento da regra pode dar multa de R$ 195 e 5 pontos na carteira de habilitação.

 

 

 

 

Fonte: G1/Auto Esporte

 

Citroën Aircross e C3 (Foto: Divulgação)

Citroën Aircross e C3 (Foto: Divulgação)

 

 

A Citroën lançou nesta segunda-feira (29) a linha 2018 dos modelos C3 e Aircross. A grande novidade é a adoção do câmbio automático de 6 marchas, que já equipa C4 Lounge e C4 Picasso. Os preços variam de R$ 58.540 a R$ 76.400.

 

VEJA OS PREÇOS

C3

  • Attraction: R$ 58.540
  • Tendence: R$ 61.940
  • Exclusive: R$ 65.490

Aircross

  • Live: R$ 67.990
  • Shine: R$ 76.400
Citroën C3 e Aircross (Foto: Divulgação)
Citroën C3 e Aircross (Foto: Divulgação)

A nova caixa chega para substituir a defasada automática de 4 marchas. O câmbio é fornecido pela empresa japonesa Aisin, e será sempre combinado ao motor 1.6 de 118 cavalos - o mesmo de antes, mas com 4 cv a menos.

Outra novidade são os modos de condução: Drive, Sport e Eco. A Citroën também oferece uma nova opção de cor, marrom metálico. No quesito equipamentos, todas as versões passam a contar com a central multimídia com tela de 7 polegadas.

A nova versão Attraction automática do C3 parte de R$ 58.540. Ela traz ar condicionado, direção elétrica, central multimídia, faróis de neblina e vidros e travas elétricas.

Até então, as versões automáticas eram vendidas por R$ 60.090 (Tendence) e R$ 64.490 (Exclusive). Já a oferta com câmbio manual e motor 1.2 de três cilindros e 90 cv segue à venda.

Já o Aircross automático tinha versões por R$ 66.255 (Live), R$ 69.905 (Feel), R$ 69.990 (Shine Business PCS) e R$ 75.695 (Shine).

 

 

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Citroën AirCross (Foto: Divulgação)

 

 

 

Fonte: G1/Auto Esporte
 

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Uma notícia que tem sido compartilhada nas redes sociais dá conta de que o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) proibiu motocilistas de usar baú. Não é verdade.

O boato que circula na internet deriva de uma interpretação errada de uma portaria publicada neste ano. Na portaria, o Denatran afirma que são necessários documentos adicionais para utilizar o baú, mas esclarece que essa exigência vale apenas para os motofretes.

 (Foto: Arte/G1)  (Foto: Arte/G1)

(Foto: Arte/G1)

 

Veja o que diz uma das mensagens que circulam na internet:

 

"O Denatran quer proibir motos de usar baú. Sinceramente não sei aonde vamos parar. Estamos largados sem um representante para nós motociclistas. Quer dizer que não posso levar a tranca no baú? Não posso viajar de moto com bagagem no baú e nas malas laterais ou alforges?"

O Denatran diz que a portaria nº 60, de 2017, foi mal interpretada. Segundo o órgão, ela apenas substitui os anexos da portaria nº 64/2016, que trata das modificações permitidas em veículos.


"Quanto à previsão da modificação, a inclusão de dispositivo para o transporte de carga (item 17 do anexo da portaria Denatran nº 60/2017), informamos que trata-se de modificação do veículo, que passa da condição espécie passageiro para espécie carga, a fim de atender a resolução Contran nº 356/2010, referente ao transporte remunerado de carga (motofrete). Ressaltamos que motocicletas e motonetas que não enquadram-se como transporte remunerado (motofrete) não estão contemplados no item 17 do anexo da portaria em questão."

 

Pessoas passaram a compartilhar portaria como se ela proibisse qualquer moto de portar baú (Foto: Reprodução/Facebook) Pessoas passaram a compartilhar portaria como se ela proibisse qualquer moto de portar baú (Foto: Reprodução/Facebook)

Pessoas passaram a compartilhar portaria como se ela proibisse qualquer moto de portar baú (Foto: Reprodução/Facebook)

 

O Denatran também enviou perguntas e respostas para esclarecer o assunto. Veja:

 

1) Será necessário fazer a alteração no documento?

Para os veículos destinados ao transporte remunerado de carga (motofrete) é necessário alterar o registro, passando a espécie de passageiro para carga.

 

2) Qual o procedimento será preciso fazer?

Para realizar a modificação no veículo é necessário primeiro solicitar prévia autorização ao Detran, depois realizar inspeção veicular para obtenção do CSV, e enfim fazer a regularização junto ao Detran.

 

3) Irá ter alguma taxa para isso?

Quanto à emissão de CRV, deve ser verificado com os Detrans se há cobrança de taxas.

 

4) Qualquer tipo de moto/motoneta irá precisar fazer essa alteração?

Não. Somente as motocicletas e motonetas destinadas ao transporte remunerado de carga (motofrete).

 

5) Motos de viajantes com alforges estão inclusas nessa portaria?

Não estão incluídas. A portaria vale somente para as motocicletas e motonetas destinadas ao transporte remunerado de carga (motofrete).

 

Colaborou Rafael Miotto

 


Fonte: G1

Airbag defeituoso pode lançar fragmentos contra os passageiros (Foto: REUTERS/Joe Skipper)

 

Carros novos continuam sendo vendidos com airbags da Takata que contêm o "ingrediente" envolvido nas explosões ligadas a 16 mortes no exterior.

Mesmo tendo gerado o maior recall da históriamulta bilionária à fabricante japonesa nos Estados Unidos, o defeito dos "airbags mortais" não fez com que esse tipo de substância em forma de pó, chamada nitrato de amônio, fosse proibida.

O que mudou de 2013, quando o problema foi anunciado, para cá é que agora os airbags da Takata feitos com nitrato de amônio possuem também um elemento secante, com a função de impedir a infiltração de umidade no interior da peça.

Sem a proteção, segundo estudos, a longa exposição ao calor e ao clima úmido contamina esses airbags, fazendo com que explodam e lancem estilhaços de metal contra os ocupantes, causando graves ferimentos ou até a morte. Ainda há cerca de 2 milhões de carros no Brasil sob risco.

 

Quando procuradas as 10 montadoras que realizaram recalls dos airbags da Takata no Brasil. Cinco confirmaram que ainda utilizam os equipamentos da companhia japonesa: Toyota, Honda, Nissan, Mitsubishi e Subaru. Todas disseram que eles contêm o elemento secante (veja mais abaixo).

 

A FCA, responsável por Fiat, Chrysler, Jeep e RAM, e a Volkswagen não enviaram resposta até a publicação da reportagem. A Audi e a General Motors, dona da Chevrolet, afirmaram que não responderiam aos questionamentos.

 

EUA exigirão troca

 

No mercado americano, a solução do agente secante nos airbags da Takata foi aceita como provisória. As fabricantes que substituirem os equipamentos defeituosos por outros com nitrato de amônio, mesmo protegidos da umidade, terão que trocar a peça até o final de 2019.

Isso fará o número de veículos envolvidos em recalls da Takata, que já passa de 30 milhões em todo o mundo, saltar para 70 milhões.

 

A intenção do governo americano é que os carros não passem vários anos com airbags de nitrato de amônio, ainda que tenham o agente secante.

Isso porque o tempo foi considerado um item determinante para os acidentes registrados. Segundo a agência que regulamenta os transportes nos EUA, carros fabricados entre 2001 a 2003, com airbags defeituosos, têm 50% de chance de bolsa explodir durante colisão.

 

No Brasil, não há previsão de medida semelhante. O Ministério da Justiça, que regulamenta recalls, respondeu que só poderia se pronunciar sobre o assunto após o Denatran se posicionar "porque é o órgão que tem competência pela segurança veicular no Brasil".

O Denatran informou que "tem acompanhado as discussões internacionais na questão dos airbags e do índice de efetividade do recall da Takata", mas que, no Brasil, "não há discussões a respeito de novas regras para o equipamento de segurança".

 

O que dizem as montadoras no Brasil

 

Questionadas, as marcas que fizeram recalls dos "airbags mortais" ainda usam o equipamento da Takata e se eles agora contêm o agente secante.


Audi

Não respondeu.

 

BMW

Não confirmou se ainda utiliza airbags da Takata. A empresa disse que substituiu mais de 13 mil airbags da marca japonesa, fez teste nos equipamentos e que não houve ruptura naqueles insufladores. A marca também informou que, no desenvolvimento de seus futuros produtos, não irá utilizar o nitrato de amônio sem que haja elemento secante.

 

Chevrolet

Não respondeu.

 

Fiat / Chrysler / Jeep / RAM

Não respondeu.

 

Honda

Segunda marca com mais veículos chamados para conserto dos airbags, a Honda também continuam usando as bolsas da Takata, também com o nitrato de amônio e o elemento secante.

De acordo com a montadora, também há airbags de outros fornecedores – e estes utilizam o nitrato de guanidina para abrir as bolsas.

 

Mitsubishi

A marca disse que a maioria de seus veículos possuem airbags fornecidos pela Autoliv. "A Takata ainda fornece alguns modelos, porém já não utilizam o nitrato de amônia como insuflador", disse a Mitsubishi, em nota.

 

Nissan

A Nissan informou que utiliza insufladores das marcas Takata, Daicel e Nippon Kayaku no Brasil. No caso da primeira, o elemento expansor é o nitrato de amônio, porém com o agente secante. Para as bolsas das outras companhias, o elemento responsável pelo insuflador é o nitrato de guanidina.

 

Subaru

A japonesa Subaru informou que os airbags dos modelos Legacy e Outback são fabricados pela Takata e contam com o agente secante para impedir infiltração nos insufladores, que possuem o nitrato de amônio.

Os modelos Forester, Impreza Sedan, WRX, WRX STI e XV utilizam airbags fornecidos pela Toyoda Gosei.

 

Toyota

A Toyota é a marca que tem mais unidades convocadas para recalls por esta falha. A fabricante afirmou que ainda utiliza os airbags da Takata, mas apenas na bolsa do passageiro do Corolla. Ele possui nitrato de amônio, porém com o elemento secante.

Nos demais airbags do Corolla (são 7 no total) e nos outros carros da marca, o equipamento agora é fornecido por outra fabricante, não informada pela montadora.

 

Volkswagen

Não respondeu.

 

Como acontece a falha

 

A longa exposição ao calor e à umidade é o principal agente no caso dos "airbags mortais".

Segundo estudos da empresa aeroespacial Orbital ATK, os airbags da Takata não possuem uma substância capaz de reduzir a umidade, aumentando o risco da explosão após longa exposição ao calor ou a ambientes úmidos.

Além disso, a montagem do dispositivo permite que a umidade penetre no airbag e corrompa partes metálicas.

Com isso, a explosão do airbag acontece forte demais, quebrando a caixa de metal e atirando os pedaços contra os ocupantes, causando graves lesões e até a morte. 

 

 

Fonte: Auto Esporte/G1

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