Renault Sandero 1.0 Authentique (Foto: Divulgação)

 

 

A Renault do Brasil está fazendo o recall de 13.026 unidades dos modelos Sandero, Logan, Duster e Duster Oroch, devido a um possível desgaste da mangueira de baixa pressão da direção hidráulica.

Esse desgaste pode causar vazamento de óleo da direção, com a possibilidade de seu endurecimento e assim a perda da dirigibilidade do carro.

O recall envolve as undiades fabricadas entre 29/07/2016 e 06/10/2016. Confira abaixo os chassis, não sequenciais de cada modelo:

Sandero:  GJ481357 até GJ549376 e HJ246861 até HJ656295.
Logan: de GJ481363 até GJ516511 e HJ246859 até HJ548486.
Duster: de HJ246871 até HJ547067
Duster Oroch:  de HJ246869 a HJ557912.

Renault Duster Oroch Express (Foto: Divulgação)


A verificação e, caso necessário, a substituição da mangueira de baixa pressão, é feita gratuitamente em uma das concessionárias da marca.
Segundo a Renault, o reparo pode levar até 1h30.

Para mais informações, a Renault oferece seu Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), no telefone 0800-0555615 ou pelo site www.renault.com.br/servicos/recall.





Fonte: Revista Auto Esporte/Globo

Resultado de imagem para chery e caoa

 

 

A CAOA assumiu nesta segunda-feira (13) metade da operação da montadora Chery no Brasil. A parceria tem a expectativa de reverter o fracasso de vendas e metas, impostas pela multinacional chinesa, para atuação no Brasil. O Sindicato dos Metalúrgicos, que representa os trabalhadores da empresa, está otimista sobre o futuro da planta.

A fábrica aberta em 2014, no início da crise econômica, colocou como meta até 2018 ter 3% do total de vendas de carros 0Km no país e 3 mil funcionários. No mês passado, a empresa fechou o balanço com 0,2% de mercado e emprega 400 empregados. Por dia são produzidos 30 carros, abaixo da capacidade operacional da fábrica - que produz os modelos QQ e Celer.

Além disso, o histórico da unidade foi marcado por greves e ociosidade. A última paralisação, no mês passado, durou 30 dias. Sindicato e Chery travaram uma batalha por reajuste nos salários dos operários. O cenário, para os trabalhadores, era de incerteza.

Com as metas adiadas, a Caoa Chery, nova montadora nacional, pretende retomar o ritmo da fábrica. Para o grupo Caoa, assumir o controle acionário da Chery, vai possibilitar a introdução de movas tecnologias e novos produtos no mercado. A chinesa adiou no último mês o lançamento do Tiggo 2.

A Caoa tem sede em uma fábrica em Anápolis (GO), onde produz a marca Hyundai, além de uma rede de 180 concessionárias pelo país e que empregam 3,4 mil pessoas.

Investimento

O investimento anunciado pela nova empresa é de US$ 2 bilhões de dólares nos próximos cinco anos.

Mas, mais que o valor, a união das empresas representa para os trabalhadores de Jacareí segurança. A Caoa Chery não fez nenhum anúncio específico sobre a planta, mas os trabalhadores e o sindicato avaliam que a parceria será positiva.

"Nos dá uma certa segurança porque conhecemos a CAOA. A CAOA já tem parceria com outra empresa. Espero que ela venha levantar a Chery e isso signifique emprego garantido", disse um empilhadeirista.

 

Para o diretor do sindicato Guirá Borba, o momento é bom para recuperação da montadora. "A Chery chegou ao Brasil em um momento de crise, de mercado automotivo em baixa. Agora essa fusão vem em momento de recuperação do mercado. A expectativa é grande para que a empresa aumente a produção, os investimentos e os postos de trabalho em Jacareí", disse.

A Chery informou que a partir de agora as informações sobre a montadora serão divulgadas pelo grupo CAOA.

 

 

 

 

 

Fonte: G1/Globo

 

Fábrica da Nissan no Japão (Foto: Divulgação)

 

 

A Nissan anunciou nesta quinta-feira (19) que vai suspender toda a produção destinada ao mercado japonês, enquanto lida com um escândalo de inspeção crescente que já levou ao "recall" cerca de 1,2 milhão de veículos.

 

O anúncio foi feito semanas após a segunda maior fabricante japonesa admitir que equipes sem autorização adequada conduziam as inspeções finais em alguns veículos destinados ao mercado doméstico, antes que fossem enviados para as concessionárias.

Nesta quinta, ela disse que um terceiro investigador descobriu que a prática continuou em três das seis fábricas japoneses, mesmo após a tomada de medidas para encerrar a crise. O presidente culpou "velhos hábitos".

"Você poderia dizer que é fácil parar pessoas que não deveriam inspecionar de fazê-lo", disse o presidente da Nissan, Hiroto Saikawa, em coletiva de imprensa nesta quinta.

"Mas estamos tendo que tomar (novas medidas) a fim de interromper velhos hábitos que fizeram parte das operações rotineiras nas fábricas".

"O que é necessário é fazer nossas pessoas perceberem que o que eles achavam que era ok, na verdade, é ruim".

Neste mês, a Nissan anunciou o recall de cerca de 1,2 milhão de veículos produzidos e vendidos no Japão em 2014 e 2017 para reinspeção, após funcionários do governo descobrirem que algumas inspeções finais estavam sendo feitas por equipe não certificada para essa atividade.

 

 

 

 

Fonte: Auto Esporte

Versão divulgação da CNH digital com QR-Code (Foto: Reprodução)




A CNH digital foi lançada nesta terça-feira (10), primeiro para Goiás. O estado receberá o projeto-piloto da Carteira Nacional de Habilitação em sua versão eletrônica, que não terá custo algum para quem pedir até o final do ano.

A partir de 2018, a versão digital custará R$ 10 em Goiás. O valor poderá variar de estado para estado, já que são os Detrans que definem o valor, tanto para a CNH-e, quanto para a impressa comum.

O pai do cantor Cristiano Araújo, morto em um acidente de carro em 2015, será uma das quatro primeiras pessoas a ter o documento digital em Goiás.

A previsão do governo federal é que, até fevereiro próximo, todos os estados disponibilizem o documento virtual.

Ele terá o mesmo valor jurídico que a CNH impressa, que continuará sendo emitida (veja mais perguntas e respostas sobre o documento).

Para obter a carteira digital, quando estiver valendo no seu estado, será preciso:

  • cadastrar-se no no Portal de Serviços do Denatran;
  • ir ao Detran para atualizar seus dados e cadastrar um e-mail (quem optar por usar um certificado digital, que é pago, pode fazer todo o processo por este site);
  • baixar o aplicativo da CNH digital, que estará nas lojas oficiais da Apple e do Google (para aparelhos Android);
  • acessar o app por meio de um código de acesso que o Denatran para os usuários inscritos, quando o estado disponibilizar a CNH digital.

A CNH-e só poderá ser emitida para quem tem a nova CNH, com QR Code, um código específico para ser lido por aparelhos eletrônicos que existe nas carteiras de habilitação emitidas desde maio último.

VEJA PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CNH DIGITAL

Quando começa a valer?

Até 1º de fevereiro de 2018 todos os Detrans devem estar aptos a emitir a versão digital. A implantação começa aos poucos, com um programa-piloto em Goiás.

Ela vai valer tanto quanto a CNH física?

Sim. Segundo o Ministério das Cidades, a CNH digital será uma versão do documento com o mesmo valor jurídico da CNH impressa.

O que é preciso para tirar?

A CNH-e só poderá ser emitida para quem tem a nova CNH, com QR Code, um código específico para ser lido por aparelhos eletrônicos que existe nas carteiras de habilitação emitidas desde maio último.

O documento virtual será exibido em um aplicativo, que estará nas lojas oficiais da Apple e do Google (para aparelhos Android) ainda neste ano, mas a emissão do documento virtual depende dos Detrans. Aos poucos, os estados irão aderir ao sistema: o prazo final para todos passem a emitir a CNH digital é fevereiro de 2018.

Uma vez valendo a CNH digital no seu estado, é preciso fazer cadastro no Portal de Serviços do Denatran. Quem optar por usar um certificado digital (pago), pode fazer todo o processo por este site. Quem não tiver o certificado, deve ir até o Detran para atualizar seus dados e cadastrar um e-mail.

O Denatran enviará por e-mail um código para o usuário acessar a CNH digital no aplicativo. No primeiro acesso, será gerado um PIN (código) de segurança, criado para poder visualizar os documentos. O QR code da CNH também poderá ser visto sem PIN, mesmo com o smartphone off-line (sem internet).

Quanto custará? Quem tem a CNH impressa terá de pagar para ter a digital?

O Denatran diz que a cobrança de possíveis taxas para emissão da CNH digital ficará a cargo dos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans). São eles que determinam atualmente os valores das taxas da CNH impressa, que variam de estado para estado.

É preciso ter certificado digital?

Não é obrigatório, diz o Denatran. O certificado digital, que é uma assinatura eletrônica com a mesma validade da assinatura física, e possibilita realizar operações pela internet, vai permitir que todo o processo de obtenção da CNH digital seja feito onde o motorista estiver.

Caso contrário, ele terá de ir até o Detran.

O certificado digital é pago e oferecido por entidades credenciadas, como os Correios e a Serasa. Em ambos, o pacote de 1 ano do certificado digital custa R$ 164. Os Correios também oferecem o serviço por 36 meses por R$ 267.

O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), empresa pública que desenvolve o sistema da CNH digital, também oferece certificados digitais. Com válidade de 1 ano, o preço é de R$ 145, enquanto para 36 meses é de R$ 220.

"Para a maioria das pessoas, eu duvido que vai valer a pena comprar um certificado digital por R$ 200 ou mais (incluindo custo do cartão e leitor) só para fazer o pedido dessa CNH. Talvez a melhor maneira de tratar desse assunto é: quem já precisa de e-CPF para suas atividades (como alguns empresários, advogados, contadores) vai ter a opção de emitir e bloquear a CNH digital sem ir ao Detran", aponta Altieres Rohr.

É obrigatório ter certificado digital?

Não, diz o Denatran. O certificado digital, que é uma assinatura eletrônica com a mesma validade da assinatura física, e possibilita realizar operações pela internet, vai permitir que todo o processo de obtenção da CNH digital seja feito onde o motorista estiver.

Caso contrário, ele terá de ir até o Detran.

O certificado digital é pago e oferecido por entidades credenciadas, como os Correios e a Serasa. Em ambos, o pacote de 1 ano do certificado digital custa R$ 164. Os Correios também oferecem o serviço por 36 meses por R$ 267.

O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), empresa pública que desenvolve o sistema da CNH digital, também oferece certificados digitais. Com válidade de 1 ano, o preço é de R$ 145, enquanto para 36 meses é de R$ 220.

"Para a maioria das pessoas, eu duvido que vai valer a pena comprar um certificado digital por R$ 200 ou mais (incluindo custo do cartão e leitor) só para fazer o pedido dessa CNH. Talvez a melhor maneira de tratar desse assunto é: quem já precisa de e-CPF para suas atividades (como alguns empresários, advogados, contadores) vai ter a opção de emitir e bloquear a CNH digital sem ir ao Detran", aponta Altieres Rohr.

A CNH digital é segura? E se roubarem meu celular?

O Ministério das Cidades afirma que há um conjunto de padrões técnicos para suportar um sistema criptográfico que assegura a validade do documento.

A autenticidade da CNH digital poderá ser comprovada pela assinatura com certificado digital do emissor (Detrans) ou com a leitura de um QRCode, mas isso não quer dizer que será preciso ter sinal de internet para acessar o documento.

Para visualizar a CNH digital, sempre será necessária uma senha de 4 dígitos para abrir CNH digital, diz o Serpro.

Caso o smartphone com a CNH digital seja roubado, o usuário deverá bloquear o documento. Se tiver o certificado digital, ele poderá entrar no Portal de Serviços do Denatran e solicitar o bloqueio remoto. Caso contrário, terá que ir até algum posto do Detran.

"É positivo. Se eles baixam demais a segurança no bloqueio, por exemplo, alguém que rouba sua senha poderia invalidar sua CNH digital enquanto você está numa viagem e te causar uma série de problemas. Então, faz sentido que esse tipo de solicitação exija uma segurança adicional", diz Altieres, especialista em defesas contra ataques cibernéticos.

E se não tiver sinal de internet ou wi-fi onde o guarda pedir minha CNH?

Não há problema. De acordo com o Denatran, será necessária conexão com a internet somente no primeiro acesso, depois, a CNH estará disponível off-line. O acesso é feito com uma senha de 4 dígitos, afirma o Serpro.

E se eu quiser a CNH impressa?

A CNH digital será opcional, para quem tiver interesse em ter o documento no smartphone. A carteira impressa continuará a ser emitida normalmente, nos padrões atuais.

 

Qual a multa para quem esquece a CNH?

Quem tem habilitação, mas não está com o documento ao dirigir, comete infração leve, com multa no valor de R$ 88,38, mais 3 pontos na carteira. O veículo fica retido até a apresentação do documento.

Multa para quem esquecer a CNH vai acabar?

Existe um projeto que extingue a multa para quem esquecer a CNH, mas ele ainda está tramitando no Congresso.

Ele foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e da Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados em junho passado, em caráter conclusivo, e deveria seguir para o Senado. Mas foi apresentado um recurso, pedindo que a proposta seja analisada no plenário. Até a última atualização desta reportagem, esse recurso ainda estava na Mesa Diretora da Câmara, para ser apreciado.

Além de passar na Câmara e no Senado, o projeto precisará também da sanção do presidente Michel Temer para valer.

 

 

 

 

Fonte: Auto Esporte/G1

A Justiça de Munique, na Alemanha, anunciou nesta quarta-feira (28) a prisão de um segundo funcionário da Audi pelo caso do "dieselgate", o escândalo dos motores a diesel do grupo Volkswagen, do qual a marca de luxo faz parte.

A informação foi divulgada pelas agências Associated Press e Reuters, mas o executivo não foi identificado. A mídia alemã diz se tratar de Wolfgang Hatz, que era responsável pelo desenvolvimento de motores da Audi entre 2001 e 2007.

Depois disso, ele assumiu o comando da área para todo o grupo, respondendo ao presidente Martin Winterkorn, que renunciou após a fraude vir à tona. Posteriormente, ele foi para a Porsche, outra marca que pertence ao grupo, e teve o contrato rescindido no ano passado.

Se confirmada a identidade, este é o ex-funcionário de mais alto escalão do grupo preso pelo escândalo.

Ainda nesta quarta, a promotoria alemã também ampliou o número de pessoas investigadas e cumpriu mandados de busca, disse um porta-voz.

Em novembro de 2015, dois meses depois de a fraude da Volkswagen vir à tona, a Audi admitiu que seus motores 3.0 litros V6 a diesel tinham o dispositivo que reduzia a emissão de poluentes apenas quando os carros passavam por testes.

Outros detidos

Nos Estados Unidos, de partiu a denúncia sobre o "dieselgate", um executivo da Volkswagen está preso desde janeiro último. Ele já assumiu a culpa pelos crimes a ele atribuídos e aguarda sentença.

Um segundo executivo foi condenado naquele país a 40 meses de prisão, e vai recorrer. Outros 4 são réus, incluindo outro funcionário da Audi, o engenheiro Giovanni Pamio, que está na Alemanha. Em agosto último, os EUA pediram que ele fosse detido e extraditado.

Outro integrante do grupo foi sentenciado a 1 ano e meio de prisão na Coreia do Sul, também pelo escândalo do diesel.

 

 

 

 

Fonte: G1/Carros

O sistema de "piloto automático" usado em carros da montadora Tesla, chamado de "Autopilot", foi parcialmente culpado pela morte de um motorista nos Estados Unidos, em maio de 2016, segundo agência federal que investiga acidentes naquela país.

O caso, revelado meses depois, teve grande repercussão porque foi a primeira fatalidade envolvendo um veículo com esse tipo de recurso, que permite que o carro rode sozinho, dentro de certos limites.

O Tesla Model S, com tecnologia semiautônoma, colidiu com uma carreta que vinha no sentido contrário e tentava fazer uma conversão, na Flórida. O motorista do carro morreu na hora.

Em janeiro último, uma investigação do departamento de transportes do governo dos EUA, o NHTSA, considerou que não houve falha no sistema e atribuiu o acidente à desatenção do motorista. Constatou ainda que o carro estava além do limite de velocidade permitido na via.


Fora dos limites

Agora, o Conselho Nacional de Segurança do Transporte dos Estados Unidos (NTSB), especializado na investigação de desastres aéreos e acidentes de trânsito de grandes proporções, afirmou que houve "excesso de confiança" da vítima, mas apontou que o sistema da Tesla acabou sendo usado fora dos limites.

"A Tesla permitiu que o motorista usasse o sistema fora do ambiente para o qual foi projetado", declarou o presidente do NTSB, Robert Sumwalt. "E o sistema deu liberdade demais ao motorista, dispersando a sua atenção com outra coisa além de dirigir. O resultado foi uma colisão que, francamente, nunca deveria ter acontecido".

O sistema da Tesla, apesar de conseguir ler os limites de velocidade e outros fatores importantes, não desliga o piloto automático em tais estradas.

   

Sistema deu avisos

O relatório analisou fatores por trás do acidente em que Joshua Brown, de 40 anos, morreu após não responder a 7 avisos do sistema da Tesla para voltar ao modo ativo de direção.

Geralmente, em carros com o sistema semi-autônomo, o motorista precisa demonstrar que está atento e pode retomar o controle do veículo a qualquer momento, mantendo as mãos sobre o volante, por exemplo (conheça 4 modelos vendidos no Brasil). Se o carro "percebe" que não há sinal de atenção do condutor, ele emite alertas sonores, visuais e ou por meio de vibração.

A equipe do NTSB não pôde explicar o motivo para a falta de atenção do motorista da Tesla, ou o fato do condutor do caminhão não ter freado.

A Florida Highway Patrol encontrou vestígios de maconha no sangue do motorista do caminhão, mas o NTSB não determinou se a droga exerceu um papel importante no acidente.

   

Imagens feitas por testemunha da chegada do socorro após acidente com carro da Tesla (Foto: Robert VanKavelaar/Reuters)

Após o relatório do NTSB, a Tesla afirmou que seu sistema de piloto automático "aumenta significativamente a segurança, como a NHTSA demonstrou que reduz as taxas de acidentes em 40%".

A montadora disse ainda: "Agradecemos a análise do NTSB sobre o trágico acidente do ano passado e avaliaremos suas recomendações à medida que continuemos a evoluir nossa tecnologia".

Ainda em 2016, a Tesla promoveu uma atualização do "Autopilot", a fim de aumentar a segurança do sistema.

 

Família defende Tesla

Um dia antes de o NSTB apresentar as conclusões da investigação, a agência se reuniu com parentes da vítima e representantes da Tesla. A família de Joshua Brown divulgou um comunicado após a audiência, dizendo que não culpava o carro e nem o motorista pelo acidente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Auto Esporte/Globo

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