Carros elétricos irão dominar as frotas de veículos no mundo (Foto: Reprodução)

 

Os carros elétricos foram chegando de mansinho, hoje já ocupam um nicho significativo e a previsão é que tomem conta de vez do mercado automotivo mundial. De acordo com relatório da Bloomberg New Energy Finance (BNEF), os elétricos devem passar de 2 milhões para 56 milhões de unidades até 2040, o que constituirá mais da metade da frota de veículos no mundo.

No ano passado, a projeção da BNEF era de que os modelos movidos a eletricidade pudessem representar 55% das vendas dos veículos de passeio. Já neste ano, a estimativa é de que esse número passe para 57% em duas décadas.

Enquanto isso, as vendas dos chamados “carros convencionais”, aqueles que são abastecidos com combustível, irão cair de 85 milhões (dado de 2018) para apenas 42 milhões. Isso se deve em grande parte pela queda no preço das baterias: desde 2010, os custos por quilowatt/hora caíram em 85% graças a melhorias na indústria e ao aumento nas economias de escala, à medida que mais fábricas abrem.

CAOA Chery Arrizo 5E pode ser o primeiro elétrico nacional (Foto: Julio Cabral/Autoesporte)

Até metade do ano que vem, é esperado que os veículos elétricos custem menos que os convencionais não só em preço de compra, mas também no valor para manter. Por terem menos peças móveis, a manutenção demanda menos dinheiro e o bolso agradece na hora de “abastecer”, pois a energia elétrica é mais em conta do que gasolina ou diesel.

Outro fator que levará ao aumento dos elétricos são os carros compartilhados - que contribuirão mais do que os “privados“ nas estatísticas, indica Ali Izadi-Najafabadi, líder da pesquisa de mobilidade compartilhada da BNEF. Segundo ele, os proprietários dos veículos de frota têm mais consciência acerca dos custos de manutenção e abastecimento.  

O meio ambiente também é beneficiado. Apesar do crescimento do número de carros em circulação, não haverá tanta emissão dos gases tóxicos que contribuem para o aquecimento global. Ainda segundo o relatório da BNEF, os níveis de emissões cairão. Contudo, apenas voltarão aos níveis de 2018.

A China continua em vantagem, mas nem tanto: tudo indica que continuará sendo líder de vendas no segmento, mas perderá em participação no mercado à medida que outros países intensificarem a oferta de elétricos. Nesse meio tempo, durante o ano de 2020, a Europa deve ultrapassar os Estados Unidos nesse quesito.

 

 

 

 

 

 

Fonte:https://revistaautoesporte.globo.com

Tesla Model Y — Foto: Divulgação/Tesla

 

A Tesla definiu nesta sexta-feira (3) que irá levantar até US$ 2,7 bilhões em capital para a montadora elétrica, com os investidores comprando uma mistura de novas ações e títulos conversíveis, que irá o melhorar balanço negativo da empresa.

Isso fez as ações da empresa subiram 1,5% nas negociações antes do pregão. O lançamento de um aumento de capital da Tesla foi recebido com alívio por Wall Street na quinta-feira, depois de um ano tumultuado, com prejuízo trimestral, que levou analistas e investidores a duvidarem de sua capacidade de produzir, vender e entregar carros suficientes para gerar lucros sustentáveis.

A empresa enfrenta desafios caros, incluindo o lançamento da produção na China, a revisão de suas operações de varejo e serviços nos EUA e o desenvolvimento de novos modelos, incluindo o modelo de alto volume SUV e um caminhão semi-comercial.

Muitos analistas calcularam que, sem o novo caixa, a Tesla --que consumiu US$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre e viu a demanda de carros enfraquecer - não seria capaz de realizar seus planos.

O bilionário Musk, cuja fortuna gira em torno de 20% de participação na empresa de US$ 42 bilhões, também dobrou seu compromisso inicial de comprar ações e agora vai adquirir ações no valor de até US$ 25 milhões, informou a companhia.

Elevação das ofertas

A companhia informou em comunicado que elevou sua oferta para 3,1 milhões de ações, subindo para 3,5 milhões, incluindo uma parcela para os bancos organizadores, de 2,7 milhões inicialmente planejados, cotadas US$ 243 por ação.

O documento também mostrou que colocaria uma dívida conversível no valor de 1,6 bilhão de dólares, acima dos 1,35 bilhão inicialmente planejados.

 

 

 

 

Fonte: https://g1.globo.com/carros/

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