Fabricantes não podem cobrar para realizar o recall (Foto: Divulgação)


Há 1 ano o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) vem ajudando fabricantes de carros a contatar donos de unidades envolvidas em recalls.

A parceria começou com a Honda e se estendeu a outras duas montadoras: Renault e FCA, responsável pelas marcas Fiat e Jeep, ainda no ano passado.

A ideia era aumentar o número de veículos consertados. Todo recall acontece por conta de falhas que põem a segurança dos ocupantes em risco. O reparo é gratuito, mas muitos carros continuam rodando com o defeito.

Segundo as montadoras, um dos motivos do baixo comparecimento às oficinas é que elas não conseguem contatar os atuais donos de veículos que já passaram por mais mãos. Daí o pedido para que o Detran permitisse o contato com o proprietário atual.

Só em 2018, ao menos 24 marcas de carros convocaram pelo recalls no país, mas poucas aderiram ao programa pioneiro de São Paulo, estado que concentra a maior frota do Brasil.

"Estamos abertos a todas as outras fabricantes. Por enquanto, são apenas as 3", diz Maxwell Vieira, diretor-presidente do Detran-SP

Vieira explica que as empresas não têm acesso aos dados dos atuais proprietários. Elas enviam uma relação com os chassis de veículos com recalls pendentes e o órgão fica responsável por levantar as informações do proprietário e enviar a correspondência.

Para ele, isso também contribuiu para uma maior aceitação. "Às vezes, o motorista, quando recebe a correspondência da montadora, acha que é propaganda, e acaba não abrindo".

 

Honda foca nos airbags

Airbag da Takata pode lançar pedaços de metal contra os passageiros (Foto: REUTERS/Joe Skipper)

 

Para a Honda, a parceria vem cumprindo com a expectativa. A montadora focou no recall dos “airbags mortais”, aqueles cujo defeito causou dezenas de mortes nos Estados Unidos e na Malásia.

No Brasil, mais de 1 milhão de carros de diversas marcas usam esses airbags defeituosos. Há desde veículos mais recentes àqueles produzidos no início dos anos 2000.

Só em São Paulo, a Honda possui cerca de 850 mil veículos envolvidos em algum recall. Ela pediu ao Detran-SP que enviasse cartas a 294 mil proprietários, considerando os carros com esse defeito do airbag.

Cerca de 90 mil responderam ao chamado. A empresa descobriu também que outros 11 mil carros convocados já estavam fora de circulação.

Maior recall da história, o caso dos "airbags mortais" envolve 11 marcas no Brasil. Além da Honda, a maioria dos carros com essa falha no país é da Toyota, que não firmou parceria com o Detran-SP.

A Toyota diz que está em negociação para aderir ao sistema do Denatran, semelhante ao do Detran-SP, mas que ainda não está em vigor.

Renault e FCA

A Fiat Chrysler (FCA) tem carros com "airbags mortais" e foi a última a estabelecer parceria com o Detran, em dezembro. A empresa afirma que teve acesso ao sistema somente em março, e, por isso, “não é possível ainda mensurar o impacto” do acesso aos dados.

Também não informou quantos veículos foram notificados na parceria. O Detran-SP disse que não tem o número de carros do grupo envolvidos em recalls no estado. Fazem parte da FCA as marcas Fiat, Jeep, Chrysler, Dodge e Ram.

A Renault não está envolvida no escândalo dos airbags, mas tem 1.947 veículos em recalls em São Paulo, de acordo com o Detran. Ela pediu que praticamente todos fossem contatados pelo órgão: 1.910 foram notificados por carta desde o fim do ano.

 Até o fechamento desta reportagem, a Renault não informou quantos clientes que receberam as cartas realizaram o recall.

Denatran ainda não liberou

Também em agosto passado, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) divulgou que também compartilharia dados com as montadoras.

Questionado pelo G1, o órgão informou que ainda analisa os pedidos de acesso feitos pelas empresas. Quase 1 ano após anunciar a iniciativa, disse que está "unindo esforços para concluir a análise com a maior brevidade possível".

E que o compartilhamento de dados será substituído por um sistema de notificação de recalls que está sendo desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Não há uma data prevista para o lançamento do serviço.

A Toyota disse que está participando do programa piloto do Denatran e do Serpro.

Outras estratégias

A Honda diz estar em contato com outros Detrans para parceria semelhante com a que tem em São Paulo. Além disso, tem usado outros meios para chamar a atenção dos motoristas além dos convencionais.

Em Minas Gerais, a marca tem visitado casas de proprietários de carros envolvidos em recall, uma iniciativa ainda em fase experimental. Nesse caso, o endereço procurado é aquele que consta do banco de dados da montadora, normalmente referente ao primeiro dono.

 

 

 

 

 

Fonte: https://g1.globo.com

Resultado de imagem para Jeep Compass 2018

A Jeep anunciou nesta sexta-feira (15) o recall de Renegade e Compass por uma possível falha nos dos relés dos sistemas de ignição e injeção de combustível. O defeito pode levar ao desligamento inesperado do motor em 92.081 unidades.

O chamado envolve unidades de ano/modelo 2017/2018 e os proprietários devem levar os veículos às concessionárias para o reparo gratuito a partir de 18 de junho.

Veja os chassis envolvidos:

  • Jeep Renegade 2017/2018: últimos 6 dígitos de 129173 a 186288 - 38.931 unidades
  • Jeep Compass 2017/2017: últimos 6 dígitos de H34693 a H93627 - 53.931 unidades

De acordo com a montadora, foi detectada que uma eventual falha dos relés poderá acarretar no funcionamento irregular do motor e, em casos extremos, o seu desligamento inesperado.

Isso pode comprometer as condições de dirigibilidade do veículo, aumentando o risco de colisão, além de possibilitar a ocorrência de danos físicos e materiais ao condutor, aos passageiros e terceiros.

A fabricante informa que a falha mencionada pode ser observada mediante o acendimento da luz-espia da bateria no quadro de instrumentos do veículo. Caso isso ocorra, o motorista deve ir imediatamente a uma concessionária da rede Jeep.

O tempo de reparo é de, aproximadamente, 30 minutos e a empresa solicita o agendamento prévio para o conserto.

Para mais informação, a Jeep disponibiliza o site ww.jeep.com.br e o telefone 0800 703 7150.

 

 

 

 

Fonte: G1/Carros

 

A Toyota anunciou um recall envolvendo a picape Hilux e o utilitário SW4. Nesse chamado, o motivo é a falha nos sensores dos airbags frontais, laterais e de cortina em unidades produzidas entre outubro de 2015 e março de 2016. No total, são 105 veículos afetados.

Segundo a marca, há a possibilidade dos sensores de airbags que detectam impactos terem uma falha interna, ou seja, eles não funcionarão corretamente em caso de acidentes que resultem em colisões. O problema dá sinais ao motorista, já que ele é alertado por meio de uma luz de advertência do airbag que se acenderá no painel. Se houver acidentes, há risco de lesões físicas aos ocupantes do veículo.

 

A Toyota fará a inspeção nos modelos convocados e, se for necessário, realizará a troca preventiva dos sensores dos airbags gratuitamente.

Para agendamento do recall e mais informações, a Toyota conta com seu site oficial e o telefone 0800 703 0206. O chamado atinge 72 unidades da Hilux e 33 unidades da SW4. Abaixo, confira o número dos chassis envolvidos:

Hilux (fabricada entre 21/10/15 e 19/3/16)

chassis 8AJBA3CD* – de G1568026 a G1568132

SW4 (fabricado entre 4/12/15 e 21/3/16)

chassis 8AJBA3FS* – de G0221919 a G0221953

SW4 (fabricada entre 4/12/15 e 21/3/16):

chassis 8AJBU3FS* – G0020057

 

 

 

Fonte:utomaistv.com.br

Mercedes-Benz GLC (Foto: Divulgação)

Mercedes-Benz GLC (Foto: Divulgação)

 

A Mercedes-Benz do Brasil anunciou nesta quarta-feira (23) um recall do GLC, ano 2015 a 2018, por causa de uma falha que afeta o funcionamento correto dos cintos traseiros.

Chassis envolvidos

  • WDC0G4GW1GF000443 a WDC0G4GW8JF439341

Segundo a fabricante, as fivelas dos cintos traseiros podem se retrair de forma inadequada e inviabilizar a fixação correta do cinto para os passageiros.

Em caso de acidente, o risco de ferimentos é maior. Para corrigir a falha, a Mercedes-Benz vai instalar gratuitamente um guia de posicionamento das fivelas.

O reparo deve ser agendado diretamente com a oficina autorizada ou concessionária e deve levar cerca de 1 hora. Em caso de dúvida, é possível entrar em contato pelo telefone 0800 9709090.

 

 

 

Fonte: https://g1.globo.com/carros

Donos de Nissan Tiida têm enfrentado problemas para trocar os airbags do carro (Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

A Nissan anunciou na última segunda-feira (21) que os donos de 35.413 unidades do Tiida, nas versões hatch e sedã, poderão realizar o complemento do recall dos "airbags mortais" da Takata a partir desta quarta-feira (23). O serviço é gratuito.

Estas unidades já haviam sido convocada para recall das bolsas frontais no ano passado. Porém, apenas o airbag do lado do motorista foi substituído. Agora, a marca irá trocar o componente do lado do passageiro.

A falta de peças do lado do passageiro causou reclamações de clientes. Alguns relatam que aguardaram por meses sem saber quando poderiam realizar a troca completa.

Veja abaixo os detalhes deste recall

  • Tiida hatch (33.431 unidades) - produção entre maio de 2007 a outubro de 2012
  • Tiida Sedan (1.982 unidades( - produção entre agosto de 2011 a julho de 2012

Chassis: não sequenciais: 3N1BC13D08K190006 a 3N1BC1CDXDK203158

O que são os airbags mortais

Airbag da Takata pode lançar pedaços de metal contra os passageiros (Foto: REUTERS/Joe Skipper) (Foto: REUTERS/Joe Skipper) 

 
O defeito veio à tona 5 anos atrás, envolve mais de 30 milhões de veículos, e também está relacionado com as mortes de pelo menos 22 pessoas, além de 180 feridos (conheça a história de algumas vítimas). Não há relato de nenhuma ocorrência no Brasil.

A falha está na vedação do insuflador, onde fica o gás que faz o airbag ser acionado. Com isso, essa peça pode trincar e também alterar o gás, devido à exposição à umidade.

Assim, quando há uma colisão e o airbag deve ser acionado, ele não abre corretamente, e explode. O insuflador (que tem peças metálicas) se parte e seus pedaços são atirados contra os ocupantes dos veículos. Até por isso, os ferimentos de algumas vítimas foram confundidos com facadas ou tiro.

O caso da Takata motivou o maior recall da história. A fornecedora se declarou culpada e aceitou pagar uma multa de US$ 1 bilhão nos EUA.

 

 

Fonte: https://g1.globo.com/carros/

cintos

Foto: Volkswagen

 

A Volkswagen convocará mais de 400 mil carros da marca e da Seat para corrigir um problema nos cintos de segurança traseiros. O cinto do passageiro central do banco de trás pode se soltar conforme a movimentação do carro.
O problema foi detectado pela revista finlandesa Tekniikan Maailma, que repetiu o teste várias vezes e confirmou o incidente. Se o banco traseiro estiver ocupado por três passageiros, e o motorista fizer uma manobra brusca em alta velocidade, o fecho do cinto do ocupante lateral pode acabar abrindo o encaixe do cinto central.

Isso deixaria o passageiro do meio solto com o carro em movimento.

O incidente pode ocorrer nos Volkswagen Polo e nos Seat Ibiza e Arona, todos derivados da mesma plataforma. A revista ainda testou um VW T-Roc, mas o utilitário baseado no Polo tem cintos de outro fornecedor.
O desenho usado no T-Roc não gera o problema. Ao todo, são cerca de 191 mil Ibiza, 220 mil Polo e todos os Arona fabricados em 2018.

Correção

A Volkswagen confirmou a falha em testes internos e ainda está desenvolvendo um novo fecho para os três modelos. A Seat já avisou aos proprietários para evitar usar o assento central traseiro enquanto a marca não conseguir substituir o fecho problemático. O Grupo Volkswagen aguarda apenas a validação das autoridades para implementar as mudanças.

Por aqui, a Volkswagen brasileira informa que os Polo produzidos no País não apresentam a falha.

 

 

 

Fonte: http://jornaldocarro.estadao.com.br

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