IPVA 2018O governo de São Paulo divulgou neste sábado (21) o calendário para o pagamento do calendário do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2018. Os valores venais dos veículos deverão ser divulgados em novembro.

Os contribuintes podem pagar o imposto em cota única no mês de janeiro, com desconto de 3%; em parcela única, sem desconto, em fevereiro; ou parcelar o tributo em três vezes (nos meses de janeiro, fevereiro e março), de acordo com o final da placa do veículo.

Os proprietários devem respeitar o calendário de vencimento do IPVA 2018 por final de placa.
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Para efetuar o pagamento do IPVA 2018, basta contribuinte se dirigir a uma agência bancária credenciada com o número do Registro Nacional de Veículo Automotor (Renavam) e efetuar o recolhimento no guichê de caixa, nos terminais de autoatendimento, pela internet ou débito agendado, ou outros canais oferecidos pela instituição bancária.

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O prêmio do seguro obrigatório DPVAT deve ser recolhido de forma integral junto com a primeira parcela do IPVA ou juntamente com a cota única. No caso de parcelamento do prêmio em três vezes, o que somente é permitido para motos e similares, vans, ônibus e micro-ônibus, as parcelas do prêmio devem ser recolhidas de acordo com o calendário de vencimento do IPVA.

O valor arrecadado com o IPVA, após dedução da parcela do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), é repartido 50% para o Estado e 50% para o município de domicílio ou residência do proprietário.


Fonte: G1/Globo

fabrica chery 10A CAOA assumiu nesta segunda-feira (13) metade da operação da montadora Chery no Brasil. A parceria tem a expectativa de reverter o fracasso de vendas e metas, impostas pela multinacional chinesa, para atuação no Brasil. O Sindicato dos Metalúrgicos, que representa os trabalhadores da empresa, está otimista sobre o futuro da planta.

A fábrica aberta em 2014, no início da crise econômica, colocou como meta até 2018 ter 3% do total de vendas de carros 0Km no país e 3 mil funcionários. No mês passado, a empresa fechou o balanço com 0,2% de mercado e emprega 400 empregados. Por dia são produzidos 30 carros, abaixo da capacidade operacional da fábrica - que produz os modelos QQ e Celer.

Além disso, o histórico da unidade foi marcado por greves e ociosidade. A última paralisação, no mês passado, durou 30 dias. Sindicato e Chery travaram uma batalha por reajuste nos salários dos operários. O cenário, para os trabalhadores, era de incerteza.

Com as metas adiadas, a Caoa Chery, nova montadora nacional, pretende retomar o ritmo da fábrica. Para o grupo Caoa, assumir o controle acionário da Chery, vai possibilitar a introdução de movas tecnologias e novos produtos no mercado. A chinesa adiou no último mês o lançamento do Tiggo 2.

A Caoa tem sede em uma fábrica em Anápolis (GO), onde produz a marca Hyundai, além de uma rede de 180 concessionárias pelo país e que empregam 3,4 mil pessoas.

Investimento

O investimento anunciado pela nova empresa é de US$ 2 bilhões de dólares nos próximos cinco anos.

Mas, mais que o valor, a união das empresas representa para os trabalhadores de Jacareí segurança. A Caoa Chery não fez nenhum anúncio específico sobre a planta, mas os trabalhadores e o sindicato avaliam que a parceria será positiva.

"Nos dá uma certa segurança porque conhecemos a CAOA. A CAOA já tem parceria com outra empresa. Espero que ela venha levantar a Chery e isso signifique emprego garantido", disse um empilhadeirista.

Para o diretor do sindicato Guirá Borba, o momento é bom para recuperação da montadora. "A Chery chegou ao Brasil em um momento de crise, de mercado automotivo em baixa. Agora essa fusão vem em momento de recuperação do mercado. A expectativa é grande para que a empresa aumente a produção, os investimentos e os postos de trabalho em Jacareí", disse.

A Chery informou que a partir de agora as informações sobre a montadora serão divulgadas pelo grupo CAOA.

Fonte: G1/Globo

oppama plant 02 sourceA Nissan anunciou nesta quinta-feira (19) que vai suspender toda a produção destinada ao mercado japonês, enquanto lida com um escândalo de inspeção crescente que já levou ao "recall" cerca de 1,2 milhão de veículos.

O anúncio foi feito semanas após a segunda maior fabricante japonesa admitir que equipes sem autorização adequada conduziam as inspeções finais em alguns veículos destinados ao mercado doméstico, antes que fossem enviados para as concessionárias.

Nesta quinta, ela disse que um terceiro investigador descobriu que a prática continuou em três das seis fábricas japoneses, mesmo após a tomada de medidas para encerrar a crise. O presidente culpou "velhos hábitos".

"Você poderia dizer que é fácil parar pessoas que não deveriam inspecionar de fazê-lo", disse o presidente da Nissan, Hiroto Saikawa, em coletiva de imprensa nesta quinta.

"Mas estamos tendo que tomar (novas medidas) a fim de interromper velhos hábitos que fizeram parte das operações rotineiras nas fábricas".

"O que é necessário é fazer nossas pessoas perceberem que o que eles achavam que era ok, na verdade, é ruim".

Neste mês, a Nissan anunciou o recall de cerca de 1,2 milhão de veículos produzidos e vendidos no Japão em 2014 e 2017 para reinspeção, após funcionários do governo descobrirem que algumas inspeções finais estavam sendo feitas por equipe não certificada para essa atividade.

Fonte: Auto Esporte

1879 2015 sandero expression 1 0 002A Renault do Brasil está fazendo o recall de 13.026 unidades dos modelos Sandero, Logan, Duster e Duster Oroch, devido a um possível desgaste da mangueira de baixa pressão da direção hidráulica.

Esse desgaste pode causar vazamento de óleo da direção, com a possibilidade de seu endurecimento e assim a perda da dirigibilidade do carro.

O recall envolve as undiades fabricadas entre 29/07/2016 e 06/10/2016. Confira abaixo os chassis, não sequenciais de cada modelo:

Sandero: GJ481357 até GJ549376 e HJ246861 até HJ656295.
Logan: de GJ481363 até GJ516511 e HJ246859 até HJ548486.
Duster: de HJ246871 até HJ547067
Duster Oroch: de HJ246869 a HJ557912.

renault duster oroch express 9Renault Duster Oroch Express (Foto: Divulgação)

A verificação e, caso necessário, a substituição da mangueira de baixa pressão, é feita gratuitamente em uma das concessionárias da marca.
Segundo a Renault, o reparo pode levar até 1h30.
Para mais informações, a Renault oferece seu Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), no telefone 0800-0555615 ou pelo site www.renault.com.br/servicos/recall.

Fonte: Revista Auto Esporte/Globo

setor automotivo 2A indústria automobilística está em recuperação e vai acelerar o ritmo de crescimento no ano que vem, estimou nesta terça-feira, 19, Antonio Megale, presidente da Anfavea, entidade que abriga as montadoras instaladas no País.

Ao participar de fórum promovido pela revista Quatro Rodas, Megale evitou antecipar números sobre o desempenho do setor em 2018, o que só deve ser feito pela Anfavea em janeiro. Mas disse que o crescimento do mercado deverá ser superior ao deste ano, quando as previsões da entidade apontam a um avanço de 7,3% das vendas de veículos.

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Revelando confiança num aumento dos emplacamentos superior a 10%, o executivo assinalou que a tendência é que o setor volte a se aproximar de níveis próximos de dois dígitos de crescimento no próximo ano.

Megale citou indicadores econômicos como a queda dos juros, a redução do desemprego e o fim da recessão ao justificar sua visão de que o pior momento da crise ficou para trás. "Todos esses indicadores estão nos dando a confiança de que a retomada começou e que o fim da crise está próximo", comentou o presidente da Anfavea.

Após participar do fórum, ele disse que está chegando o momento de renovação da frota de carros comercializados em 2013, quando os brasileiros compraram mais de 3,7 milhões de veículos - 68% a mais do que o previsto a este ano - e observou que a economia vem se descolando da política, de forma que as eleições de 2018 não devem contaminar o ambiente de negócios.

Conforme o titular da Anfavea, o ritmo diário de vendas neste mês está superando em cerca de 5% a média de agosto: de 9,1 mil veículos por dia útil, a melhor média do ano. "Setembro não deve ultrapassar a marca de 10 mil veículos por dia, mas deve ficar acima de agosto", comentou Megale, ponderando, porém, que o total deste mês pode ficar abaixo de agosto por conta do calendário com menos dias de venda.

Megale disse que, dado o uso de veículo relativamente baixo - um veículo a cada cinco brasileiros -, o Brasil tem potencial de voltar a ser um dos cinco maiores mercados do mundo, mas levará muito tempo para recuperar os volumes vendidos antes da recessão. Em seu recorde, a indústria automobilística vendeu 3,8 milhões veículos em 2012. Nos quatro anos seguintes, esse número só caiu.

A noticia positiva, conforme Megale, é que a produção, embalada não só pela recuperação do consumo interno, mas também pelas exportações, deve ultrapassar a marca de 3 milhões de veículos em um ou dois anos, saindo de 2,7 milhões de unidades previstas para 2017. Essa retomada de atividade vai ajudar o setor a usar melhor sua capacidade instalada, que mostra hoje uma ociosidade ao redor de 50%.

Megale afirmou que as montadoras devem voltar a apresentar abertura de novas vagas de trabalho neste mês, após fechar agosto com a criação de 1,1 mil postos de trabalho.

(Eduardo Laguna)

Fonte: Oficina Brasil (http://oficinabrasil.com.br)

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