Versão divulgação da CNH digital com QR-Code (Foto: Reprodução)




A CNH digital foi lançada nesta terça-feira (10), primeiro para Goiás. O estado receberá o projeto-piloto da Carteira Nacional de Habilitação em sua versão eletrônica, que não terá custo algum para quem pedir até o final do ano.

A partir de 2018, a versão digital custará R$ 10 em Goiás. O valor poderá variar de estado para estado, já que são os Detrans que definem o valor, tanto para a CNH-e, quanto para a impressa comum.

O pai do cantor Cristiano Araújo, morto em um acidente de carro em 2015, será uma das quatro primeiras pessoas a ter o documento digital em Goiás.

A previsão do governo federal é que, até fevereiro próximo, todos os estados disponibilizem o documento virtual.

Ele terá o mesmo valor jurídico que a CNH impressa, que continuará sendo emitida (veja mais perguntas e respostas sobre o documento).

Para obter a carteira digital, quando estiver valendo no seu estado, será preciso:

  • cadastrar-se no no Portal de Serviços do Denatran;
  • ir ao Detran para atualizar seus dados e cadastrar um e-mail (quem optar por usar um certificado digital, que é pago, pode fazer todo o processo por este site);
  • baixar o aplicativo da CNH digital, que estará nas lojas oficiais da Apple e do Google (para aparelhos Android);
  • acessar o app por meio de um código de acesso que o Denatran para os usuários inscritos, quando o estado disponibilizar a CNH digital.

A CNH-e só poderá ser emitida para quem tem a nova CNH, com QR Code, um código específico para ser lido por aparelhos eletrônicos que existe nas carteiras de habilitação emitidas desde maio último.

VEJA PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CNH DIGITAL

Quando começa a valer?

Até 1º de fevereiro de 2018 todos os Detrans devem estar aptos a emitir a versão digital. A implantação começa aos poucos, com um programa-piloto em Goiás.

Ela vai valer tanto quanto a CNH física?

Sim. Segundo o Ministério das Cidades, a CNH digital será uma versão do documento com o mesmo valor jurídico da CNH impressa.

O que é preciso para tirar?

A CNH-e só poderá ser emitida para quem tem a nova CNH, com QR Code, um código específico para ser lido por aparelhos eletrônicos que existe nas carteiras de habilitação emitidas desde maio último.

O documento virtual será exibido em um aplicativo, que estará nas lojas oficiais da Apple e do Google (para aparelhos Android) ainda neste ano, mas a emissão do documento virtual depende dos Detrans. Aos poucos, os estados irão aderir ao sistema: o prazo final para todos passem a emitir a CNH digital é fevereiro de 2018.

Uma vez valendo a CNH digital no seu estado, é preciso fazer cadastro no Portal de Serviços do Denatran. Quem optar por usar um certificado digital (pago), pode fazer todo o processo por este site. Quem não tiver o certificado, deve ir até o Detran para atualizar seus dados e cadastrar um e-mail.

O Denatran enviará por e-mail um código para o usuário acessar a CNH digital no aplicativo. No primeiro acesso, será gerado um PIN (código) de segurança, criado para poder visualizar os documentos. O QR code da CNH também poderá ser visto sem PIN, mesmo com o smartphone off-line (sem internet).

Quanto custará? Quem tem a CNH impressa terá de pagar para ter a digital?

O Denatran diz que a cobrança de possíveis taxas para emissão da CNH digital ficará a cargo dos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans). São eles que determinam atualmente os valores das taxas da CNH impressa, que variam de estado para estado.

É preciso ter certificado digital?

Não é obrigatório, diz o Denatran. O certificado digital, que é uma assinatura eletrônica com a mesma validade da assinatura física, e possibilita realizar operações pela internet, vai permitir que todo o processo de obtenção da CNH digital seja feito onde o motorista estiver.

Caso contrário, ele terá de ir até o Detran.

O certificado digital é pago e oferecido por entidades credenciadas, como os Correios e a Serasa. Em ambos, o pacote de 1 ano do certificado digital custa R$ 164. Os Correios também oferecem o serviço por 36 meses por R$ 267.

O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), empresa pública que desenvolve o sistema da CNH digital, também oferece certificados digitais. Com válidade de 1 ano, o preço é de R$ 145, enquanto para 36 meses é de R$ 220.

"Para a maioria das pessoas, eu duvido que vai valer a pena comprar um certificado digital por R$ 200 ou mais (incluindo custo do cartão e leitor) só para fazer o pedido dessa CNH. Talvez a melhor maneira de tratar desse assunto é: quem já precisa de e-CPF para suas atividades (como alguns empresários, advogados, contadores) vai ter a opção de emitir e bloquear a CNH digital sem ir ao Detran", aponta Altieres Rohr.

É obrigatório ter certificado digital?

Não, diz o Denatran. O certificado digital, que é uma assinatura eletrônica com a mesma validade da assinatura física, e possibilita realizar operações pela internet, vai permitir que todo o processo de obtenção da CNH digital seja feito onde o motorista estiver.

Caso contrário, ele terá de ir até o Detran.

O certificado digital é pago e oferecido por entidades credenciadas, como os Correios e a Serasa. Em ambos, o pacote de 1 ano do certificado digital custa R$ 164. Os Correios também oferecem o serviço por 36 meses por R$ 267.

O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), empresa pública que desenvolve o sistema da CNH digital, também oferece certificados digitais. Com válidade de 1 ano, o preço é de R$ 145, enquanto para 36 meses é de R$ 220.

"Para a maioria das pessoas, eu duvido que vai valer a pena comprar um certificado digital por R$ 200 ou mais (incluindo custo do cartão e leitor) só para fazer o pedido dessa CNH. Talvez a melhor maneira de tratar desse assunto é: quem já precisa de e-CPF para suas atividades (como alguns empresários, advogados, contadores) vai ter a opção de emitir e bloquear a CNH digital sem ir ao Detran", aponta Altieres Rohr.

A CNH digital é segura? E se roubarem meu celular?

O Ministério das Cidades afirma que há um conjunto de padrões técnicos para suportar um sistema criptográfico que assegura a validade do documento.

A autenticidade da CNH digital poderá ser comprovada pela assinatura com certificado digital do emissor (Detrans) ou com a leitura de um QRCode, mas isso não quer dizer que será preciso ter sinal de internet para acessar o documento.

Para visualizar a CNH digital, sempre será necessária uma senha de 4 dígitos para abrir CNH digital, diz o Serpro.

Caso o smartphone com a CNH digital seja roubado, o usuário deverá bloquear o documento. Se tiver o certificado digital, ele poderá entrar no Portal de Serviços do Denatran e solicitar o bloqueio remoto. Caso contrário, terá que ir até algum posto do Detran.

"É positivo. Se eles baixam demais a segurança no bloqueio, por exemplo, alguém que rouba sua senha poderia invalidar sua CNH digital enquanto você está numa viagem e te causar uma série de problemas. Então, faz sentido que esse tipo de solicitação exija uma segurança adicional", diz Altieres, especialista em defesas contra ataques cibernéticos.

E se não tiver sinal de internet ou wi-fi onde o guarda pedir minha CNH?

Não há problema. De acordo com o Denatran, será necessária conexão com a internet somente no primeiro acesso, depois, a CNH estará disponível off-line. O acesso é feito com uma senha de 4 dígitos, afirma o Serpro.

E se eu quiser a CNH impressa?

A CNH digital será opcional, para quem tiver interesse em ter o documento no smartphone. A carteira impressa continuará a ser emitida normalmente, nos padrões atuais.

 

Qual a multa para quem esquece a CNH?

Quem tem habilitação, mas não está com o documento ao dirigir, comete infração leve, com multa no valor de R$ 88,38, mais 3 pontos na carteira. O veículo fica retido até a apresentação do documento.

Multa para quem esquecer a CNH vai acabar?

Existe um projeto que extingue a multa para quem esquecer a CNH, mas ele ainda está tramitando no Congresso.

Ele foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e da Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados em junho passado, em caráter conclusivo, e deveria seguir para o Senado. Mas foi apresentado um recurso, pedindo que a proposta seja analisada no plenário. Até a última atualização desta reportagem, esse recurso ainda estava na Mesa Diretora da Câmara, para ser apreciado.

Além de passar na Câmara e no Senado, o projeto precisará também da sanção do presidente Michel Temer para valer.

 

 

 

 

Fonte: Auto Esporte/G1

A Justiça de Munique, na Alemanha, anunciou nesta quarta-feira (28) a prisão de um segundo funcionário da Audi pelo caso do "dieselgate", o escândalo dos motores a diesel do grupo Volkswagen, do qual a marca de luxo faz parte.

A informação foi divulgada pelas agências Associated Press e Reuters, mas o executivo não foi identificado. A mídia alemã diz se tratar de Wolfgang Hatz, que era responsável pelo desenvolvimento de motores da Audi entre 2001 e 2007.

Depois disso, ele assumiu o comando da área para todo o grupo, respondendo ao presidente Martin Winterkorn, que renunciou após a fraude vir à tona. Posteriormente, ele foi para a Porsche, outra marca que pertence ao grupo, e teve o contrato rescindido no ano passado.

Se confirmada a identidade, este é o ex-funcionário de mais alto escalão do grupo preso pelo escândalo.

Ainda nesta quarta, a promotoria alemã também ampliou o número de pessoas investigadas e cumpriu mandados de busca, disse um porta-voz.

Em novembro de 2015, dois meses depois de a fraude da Volkswagen vir à tona, a Audi admitiu que seus motores 3.0 litros V6 a diesel tinham o dispositivo que reduzia a emissão de poluentes apenas quando os carros passavam por testes.

Outros detidos

Nos Estados Unidos, de partiu a denúncia sobre o "dieselgate", um executivo da Volkswagen está preso desde janeiro último. Ele já assumiu a culpa pelos crimes a ele atribuídos e aguarda sentença.

Um segundo executivo foi condenado naquele país a 40 meses de prisão, e vai recorrer. Outros 4 são réus, incluindo outro funcionário da Audi, o engenheiro Giovanni Pamio, que está na Alemanha. Em agosto último, os EUA pediram que ele fosse detido e extraditado.

Outro integrante do grupo foi sentenciado a 1 ano e meio de prisão na Coreia do Sul, também pelo escândalo do diesel.

 

 

 

 

Fonte: G1/Carros

O sistema de "piloto automático" usado em carros da montadora Tesla, chamado de "Autopilot", foi parcialmente culpado pela morte de um motorista nos Estados Unidos, em maio de 2016, segundo agência federal que investiga acidentes naquela país.

O caso, revelado meses depois, teve grande repercussão porque foi a primeira fatalidade envolvendo um veículo com esse tipo de recurso, que permite que o carro rode sozinho, dentro de certos limites.

O Tesla Model S, com tecnologia semiautônoma, colidiu com uma carreta que vinha no sentido contrário e tentava fazer uma conversão, na Flórida. O motorista do carro morreu na hora.

Em janeiro último, uma investigação do departamento de transportes do governo dos EUA, o NHTSA, considerou que não houve falha no sistema e atribuiu o acidente à desatenção do motorista. Constatou ainda que o carro estava além do limite de velocidade permitido na via.


Fora dos limites

Agora, o Conselho Nacional de Segurança do Transporte dos Estados Unidos (NTSB), especializado na investigação de desastres aéreos e acidentes de trânsito de grandes proporções, afirmou que houve "excesso de confiança" da vítima, mas apontou que o sistema da Tesla acabou sendo usado fora dos limites.

"A Tesla permitiu que o motorista usasse o sistema fora do ambiente para o qual foi projetado", declarou o presidente do NTSB, Robert Sumwalt. "E o sistema deu liberdade demais ao motorista, dispersando a sua atenção com outra coisa além de dirigir. O resultado foi uma colisão que, francamente, nunca deveria ter acontecido".

O sistema da Tesla, apesar de conseguir ler os limites de velocidade e outros fatores importantes, não desliga o piloto automático em tais estradas.

   

Sistema deu avisos

O relatório analisou fatores por trás do acidente em que Joshua Brown, de 40 anos, morreu após não responder a 7 avisos do sistema da Tesla para voltar ao modo ativo de direção.

Geralmente, em carros com o sistema semi-autônomo, o motorista precisa demonstrar que está atento e pode retomar o controle do veículo a qualquer momento, mantendo as mãos sobre o volante, por exemplo (conheça 4 modelos vendidos no Brasil). Se o carro "percebe" que não há sinal de atenção do condutor, ele emite alertas sonores, visuais e ou por meio de vibração.

A equipe do NTSB não pôde explicar o motivo para a falta de atenção do motorista da Tesla, ou o fato do condutor do caminhão não ter freado.

A Florida Highway Patrol encontrou vestígios de maconha no sangue do motorista do caminhão, mas o NTSB não determinou se a droga exerceu um papel importante no acidente.

   

Imagens feitas por testemunha da chegada do socorro após acidente com carro da Tesla (Foto: Robert VanKavelaar/Reuters)

Após o relatório do NTSB, a Tesla afirmou que seu sistema de piloto automático "aumenta significativamente a segurança, como a NHTSA demonstrou que reduz as taxas de acidentes em 40%".

A montadora disse ainda: "Agradecemos a análise do NTSB sobre o trágico acidente do ano passado e avaliaremos suas recomendações à medida que continuemos a evoluir nossa tecnologia".

Ainda em 2016, a Tesla promoveu uma atualização do "Autopilot", a fim de aumentar a segurança do sistema.

 

Família defende Tesla

Um dia antes de o NSTB apresentar as conclusões da investigação, a agência se reuniu com parentes da vítima e representantes da Tesla. A família de Joshua Brown divulgou um comunicado após a audiência, dizendo que não culpava o carro e nem o motorista pelo acidente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Auto Esporte/Globo

Conceito ID Buzz dará origem à sucessora da Kombi em 2022 (Foto: Divulgação)

 

 

A Volkswagen anunciou no último sábado (19) que produzirá um sucessor para a saudosa Kombi a partir de 2022. O modelo será baseado no conceito ID Buzz, que foi mostrado no Salão de Detroit, em janeiro deste ano.

"Depois das apresentações nos Salões de Detroit e de Genebra, recebemos um grande número de cartas e e-mails de clientes dizendo: 'produzam este carro, por favor'", afirmou Herbert Diess, presidente da Volkswagen.

A fabricante ainda não deu muitos detalhes técnicos da sucessora da Kombi, mas é certo que ela será elétrica e terá um certo nível de condução autônoma, que ajuda o motorista no dia a dia.

A versão de produção do ID Buzz será feita sobre uma nova plataforma elétrica, com opção de assento variável e até uma alternativa sem os bancos para transportar carga.

O conceito

O ID Buzz é o segundo modelo da família elétrica da Volkswagen - o primeiro é um compacto, apresentado em 2016.

O batismo é carismático. Buzz é um jogo de palavras, já que tem sua pronúncia parecida com a de Bus, o apelido da Kombi nos Estados Unidos, e a fonética lembra o som de motores elétricos.

A van utiliza a plataforma MEB, criada especialmente para veículos elétricos. Ela permite que as baterias sejam acomodadas no assoalho, liberando espaço para os passageiros.

 

Volkswagen ID Buzz Concept (Foto: Divulgação)

 

 

Os dois motores elétricos - um em cada eixo - produzem juntos 374 cavalos de potência. A aceleração de 0 a 100 km/h pode ser feita em 5 segundos, com máxima de 160 km/h.

A tração é integral, e a autonomia é de 434 km, ótima marca para um modelo elétrico. As medidas também são generosas - são 4,94 m de comprimento, 3,3 m de entre-eixos e 1,96 m de altura.

O conceito possui um volante, mas ele não é nada convencional - nem na forma de usar. Caso o motorista queira, basta um leve empurrão para que a peça seja recolhida.

O gesto identifica que a escolha é o modo ID Pilot, totalmente autônomo - a Volks espera que a tecnologia, neste caso, esteja disponível em 2025.

 

Volkswagen ID Buzz Concept (Foto: Divulgação)

 

 

Além de recolher o volante, a iluminação interna muda de branca para um tom "quente e relaxado". Enquanto isso, o agora não mais motorista, pode virar seu assento e interagir com os demais ocupantes.

O modo autônomo pode ser desativado com um novo toque no volante ou pressionando pedais de acelerador ou freio.

 

Volkswagen ID Buzz Concept (Foto: Divulgação)

 

 

 

 

 

Fonte: G1/Auto Esporte

Volante Sayer possui inteligência artificial e é ativado por voz (Foto: Divulgação)

 

 

Será que, no futuro, ter um carro próprio será coisa do passado? A Jaguar Land Rover já prevê casos em que a única parte do veículo que o cliente terá de comprar será o volante.

A montadora inglesa divulgou nesta segunda-feira o conceito chamado Sayer, que equipará um carro-conceito que mostrará a visão da empresa para a mobilidade de 2040 em diante.

O Sayer é o primeiro volante de inteligência artificial (AI) ativado por voz que poderá realizar centenas de tarefas, descreve a Jaguar.

A marca imagina o futuro com veículos autônomos (que dispensam motorista), conectados e elétricos, em que "uma pessoa não precisa, necessariamente, possuir automóvel, mas sim, apenas seu volante: o carro autônomo iria automaticamente até onde o cliente está e quando ele quiser".

Uma vez conectado, o volante descarrega no veículo todas as informações de configurações e rotas determinadas pelo cliente.

Por exemplo, se o cliente precisa estar em uma reunião em um lugar situado a cerca de duas horas de viagem de sua casa, ele pode simplesmente pedir um veículo ao Sayer, "do conforto de seu sofá", e "o volante providenciará um modelo que vai até você de forma autônoma e que te leva ao seu destino", explica a fabricante.

"Ele pode inclusive, indicar a você, caso queira, qual é a melhor parte do trajeto para que você dirija o modelo se assim for da sua preferência."

A montadora diz ainda que volante é uma referência de um dos mais proeminentes designers que já trabalharam na Jaguar no passado: Malcolm Sayer, profissional que atuou como designer da marca entre 1951 e 1970.

A peça fará sua primeira aparição global durante o Tech Fest, evento de tecnologia promovido pela Jaguar Land Rover e que começa na próxima quinta-feira (7), em Londres.

 

 

 

 

Fonte: G1

Recall: Nissan convoca quase 200 mil carros por problemas no airbag


A Nissan anunciou na última semana a convocação de quase 200 mil carros para recall no Brasil. O problema é por conta dos airbags fabricados pela Takata. Proprietários dos veículos Tiida (hatch e sedã), Livina, Livina X-Gear e Grand Livina, e Frontier devem levar seus carros na rede de concessionárias da marca para a substituição da peça.

Em alguns casos é necessária apenas a substituição da bolsa inflável do motorista. Já em alguns outros, o lado afetado é o do passageiro. Porém, pouco mais de 50 mil carros precisam trocar os dois airbags.


A substituição do airbag do motorista para Tiida, Tiida Sedan, Livina, Grand Livina, Livina X-Gear e Frontier será realizada a partir de 1º de agosto de 2017. A substituição do airbag do passageiro dianteiro para Tiida e Tiida Sedan será realizado a partir de 23 de outubro de 2017 e, para Frontier, a partir de 11 de dezembro de 2017.

 


Para saber se seu veículo foi convocado, confira a relação nas tabelas abaixo.

Substituição do Gerador de Gases do Airbag – Motorista
Modelo Intervalo de chassi Fabricação Unidades convocadas País de origem
Tiida 3N1BC1AD0DK191329 a
3N1BC1CDXDK203158
não sequenciais
Jan/2012 a Out/2012 6.820 México
Tiida Sedan 724
Livina 94DJBAL10DJ186650 a
94DTBAL10EJ948551
não sequenciais
Jan/2012 a Out/2014 13.040 Brasil
Grand Livina 6.682
Livina X-Gear 9.403
Frontier 94DVCGD40DJ186553 a
94DVDUD40FJ676125
não sequenciais
Jan/2012 a Out/2014 43.709 Brasil

 

Substituição do Gerador de Gases do Airbag – Passageiro Dianteiro
Modelo Intervalo de chassi Fabricação Unidades convocadas País de origem
Tiida 3N1BC13D08K190006 a 3N1BC1CDXDK203158
não sequenciais
Mai/2007 a Out/2012 33.431 México
Tiida Sedan Ago/2011 a Jul/2012 1.982
Frontier 94DVCGD409J030320 a
94DVDUD40FJ676125
não sequenciais
Dez/2007 a Out/2014 76.508 Brasil
Frontier MNTVCUD4086000001 a
MNTVCUD4096005339
não sequenciais
Mar/2007 a Dez/2008 4.856 Tailândia

 

 

 

 

 

Fonte: Garagem360


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