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Lenda - Lavagem com água e querosene resgata o brilho da pintura.

 
Realidade - O querosene só deve ser usado na pintura (de preferência diluído; puro, só se necessário) para remover manchas de óleo, piche ou asfalto. Nas lavagens comuns o produto retira a proteção da cera que tenha sido aplicada e ainda resseca as borrachas, podendo causar infiltrações. O correto é lavar o carro com detergente ou xampu neutro, à sombra, e depois aplicar cera não-abrasiva, para proteger a pintura e facilitar a remoção da sujeira na próxima lavagem.

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Lenda - Deve-se aguardar a parada da ventoinha para desligar o motor.

 
Realidade - As ligas metálicas dos motores atuais suportam alta temperatura sem danos. A função da ventoinha é criar fluxo de ar com o motor em funcionamento: não é necessário refrigerá-lo após desligado - por isso em alguns carros ela pára quando se desliga a ignição. Há quem se preocupe tanto com isso que chega a abrir o capô em intervalos da viagem para o motor esfriar...

Lenda - Para menor consumo, use sempre aceleração leve.


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Realidade - Poucas lendas são tão arraigadas como essa. Embora não pareça, é acelerando fundo, desde que em rotações baixas, que se obtém o menor consumo específico (ou seja, em relação À potência obtida) nos motores a quatro tempos do ciclo Otto - a gasolina, álcool e gás natural. A razão é que o acelerador pouco aberto dificulta a aspiração do ar e gera perdas de bombeamento. Origem do efeito de frei-motor quando se corta a aceleração. Portanto, entre usar quarta ou quinta marcha para vencer uma subida a 100 km/h, por exemplo, prefira a quinta, mesmo que precise pisar mais no acelerador. Nos motores a dois tempos ou movidos a diesel, porém, a lenda está certa: deve-se abrir o mínimo possível o acelerador.

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Lenda - Portas travadas dão segurança contra aberturas acidentais.

 
Realidade - Travar o trinco apenas desativa as maçanetas (em alguns casos apenas as externas), sem oferecer qualquer bloqueio adicional: não há, por exemplo, um pino ou tramela que atravesse a coluna. Assim, portas travadas não impedem sua abertura involuntária e ainda dificultam o socorro aos passageiros em caso de acidente - por isso em alguns modelos um sistema as destrava em colisões. Se no trânsito urbano o risco de assalto pode justificar o travamento, na estrada ou em via expressa ainda é melhor manter as portas destravadas.

manutencao-oficina_abreMês de férias chegando, hora de colocar o carro na estrada e viajar. Mas antes de curtir seu tempo de folga é importante checar os itens do sistema de suspensão de seu veículo para evitar preocupações. Amortecedores muito gastos ou fora de manutenção diminuem o contato dos pneus com o solo, o que pode causar acidentes principalmente nesses dias de chuva.

De acordo com Juliano Caretta, Coordenador Técnico da Monroe "a vida útil do amortecedor está diretamente relacionada com as condições de uso do veículo”. Veículos que trafegam em estradas bem pavimentadas tendem a apresentar menor desgaste do que os carros que circulam na cidades. Por isso não existe um tempo exato para a troca dos amortecedores.

 

Um amortecedor se movimenta em média 2.600 vezes aproximadamente por quilometro rodado. “Fazendo uma projeção de 40.000 quilômetros de uso em estradas em boas e más condições, afirmamos que os amortecedores se movimentaram cerca de 104 milhões de vezes durante o seu trabalho. Ou seja, a vida útil do amortecedor está diretamente relacionada com as condições de uso do veículo”, explica o especialista.

Em média, o prazo indicado para a verificação é de aproximadamente 10.000 quilômetros e troca preventiva do equipamento aos 40.000 quilômetros rodados, mas isso também pode variar dependendo da sugestão do fabricante.

Fique atento também para o uso de peças recondicionadas. Elas aumentam o risco de acidentes, pois o desgate dos itens comprometem a capacidade de frenagem do automóvel. Só para se ter uma ideia, Isso aumenta em mais de 2,5 metros o espaço necessário para frear, caso o veículo esteja rodando em uma velocidade de 80 quilômetros por hora.

Não se esqueça que os amortecedores e o sistema de molas trabalham em conjunto, portanto o procedimento ideal é troca das molas junto com o amortecedor. Na dúvida, vale consultar uma oficina especializada em suspensão.

Saiba como identificar problemas no amortecedor:

+ Barulho de algo batendo na suspensão ao passar por um piso irregular ou uma lombada;

+ Os pneus cantam mesmo em velocidades mais baixas;

+ Excesso de trepidações no veículo;

+ Desgaste prematuro dos pneus.

 

Fonte: http://carsale.uol.com.br/editorial/noticia/11268-amortecedores-em-dia-podem-evitar-acidentes

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