Lenda - Para menor consumo, use sempre aceleração leve.


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Realidade - Poucas lendas são tão arraigadas como essa. Embora não pareça, é acelerando fundo, desde que em rotações baixas, que se obtém o menor consumo específico (ou seja, em relação À potência obtida) nos motores a quatro tempos do ciclo Otto - a gasolina, álcool e gás natural. A razão é que o acelerador pouco aberto dificulta a aspiração do ar e gera perdas de bombeamento. Origem do efeito de frei-motor quando se corta a aceleração. Portanto, entre usar quarta ou quinta marcha para vencer uma subida a 100 km/h, por exemplo, prefira a quinta, mesmo que precise pisar mais no acelerador. Nos motores a dois tempos ou movidos a diesel, porém, a lenda está certa: deve-se abrir o mínimo possível o acelerador.

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Lenda - Portas travadas dão segurança contra aberturas acidentais.

 
Realidade - Travar o trinco apenas desativa as maçanetas (em alguns casos apenas as externas), sem oferecer qualquer bloqueio adicional: não há, por exemplo, um pino ou tramela que atravesse a coluna. Assim, portas travadas não impedem sua abertura involuntária e ainda dificultam o socorro aos passageiros em caso de acidente - por isso em alguns modelos um sistema as destrava em colisões. Se no trânsito urbano o risco de assalto pode justificar o travamento, na estrada ou em via expressa ainda é melhor manter as portas destravadas.

manutencao-oficina_abreMês de férias chegando, hora de colocar o carro na estrada e viajar. Mas antes de curtir seu tempo de folga é importante checar os itens do sistema de suspensão de seu veículo para evitar preocupações. Amortecedores muito gastos ou fora de manutenção diminuem o contato dos pneus com o solo, o que pode causar acidentes principalmente nesses dias de chuva.

De acordo com Juliano Caretta, Coordenador Técnico da Monroe "a vida útil do amortecedor está diretamente relacionada com as condições de uso do veículo”. Veículos que trafegam em estradas bem pavimentadas tendem a apresentar menor desgaste do que os carros que circulam na cidades. Por isso não existe um tempo exato para a troca dos amortecedores.

 

Um amortecedor se movimenta em média 2.600 vezes aproximadamente por quilometro rodado. “Fazendo uma projeção de 40.000 quilômetros de uso em estradas em boas e más condições, afirmamos que os amortecedores se movimentaram cerca de 104 milhões de vezes durante o seu trabalho. Ou seja, a vida útil do amortecedor está diretamente relacionada com as condições de uso do veículo”, explica o especialista.

Em média, o prazo indicado para a verificação é de aproximadamente 10.000 quilômetros e troca preventiva do equipamento aos 40.000 quilômetros rodados, mas isso também pode variar dependendo da sugestão do fabricante.

Fique atento também para o uso de peças recondicionadas. Elas aumentam o risco de acidentes, pois o desgate dos itens comprometem a capacidade de frenagem do automóvel. Só para se ter uma ideia, Isso aumenta em mais de 2,5 metros o espaço necessário para frear, caso o veículo esteja rodando em uma velocidade de 80 quilômetros por hora.

Não se esqueça que os amortecedores e o sistema de molas trabalham em conjunto, portanto o procedimento ideal é troca das molas junto com o amortecedor. Na dúvida, vale consultar uma oficina especializada em suspensão.

Saiba como identificar problemas no amortecedor:

+ Barulho de algo batendo na suspensão ao passar por um piso irregular ou uma lombada;

+ Os pneus cantam mesmo em velocidades mais baixas;

+ Excesso de trepidações no veículo;

+ Desgaste prematuro dos pneus.

 

Fonte: http://carsale.uol.com.br/editorial/noticia/11268-amortecedores-em-dia-podem-evitar-acidentes

rolamento_abreDurante a checagem de rotina de itens, como filtros, lubrificantes, pneus e rodas, a maioria dos motoristas acaba se esquecendo de conferir outro importante componente, o rolamento.

A peça instalada no eixo da roda também deve ser inspecionada periodicamente  para garantir a segurança do veículo. De acordo com Alexandre Santana, consultor técnico da SKF do Brasil, uma das maiores empresas do ramo, “um rolamento danificado pode travar a roda, fazendo o veículo perder o controle e provocar acidentes gravíssimos”.

O especialista recomenda ainda que a inspeção do componente seja feita a cada 20 mil quilômetros. “A exemplo de outras partes da suspensão do veículo, esta peça merece atenção igual e deve ser checada durante a manutenção preventiva por ser considerada um item de segurança”, explicou Santana.

Outro aspecto importante que deve ser observado na manutenção de um rolamento é o seu tempo de vida útil que, de acordo com o especialista, dura cerca de 60 mil quilômetros. “O mais prudente é fazer a troca dentro desse período para evitar desgastes excessivos e incidentes”, recomenda.

Se a substituição for prorrogada e o rolamento apresentar problemas, o proprietário do veículo poderá ter gastos extras por conta do desgaste em outros componentes do sistema rodante. As falhas no conjunto podem levar à substituição de mais peças e aumentar as despesas com a manutenção.

Além da revisão dos rolamentos a cada 20 mil quilômetros, o motorista também pode detectar um problema por meio de ruídos. “Sempre que houver algum barulho, o proprietário deve levar o veículo até uma oficina e pedir para checar não só os freios e os pneus, mas também os rolamentos”, disse Santana.

 

Confira algumas dicas do especialista Alexandre Santana para manter o rolamento de seu veículo em bom estado de funcionamento:

+Os rolamentos têm vida útil de cerca de 60 mil quilômetros, período que deve ser levado em consideração durante a inspeção periódica e para troca preventiva do componente.

+Ruídos percebidos próximos à roda podem ser provenientes do rolamento. Peça a um mecânico de sua confiança para conferir as condições da peça.

+A garantia do produto está ligada à qualidade do serviço de quem instala a peça. Por isso, tenha atenção na escolha do responsável pelo serviço.

+Ao adquirir um novo produto para a substituição, o consumidor deve dirigir-se a lojas idôneas. Exija sempre peças originais e de fabricantes reconhecidos no mercado. Em caso de dúvida quanto à procedência ou qualidade do componente, entre em contato com o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da empresa.

 

Fonte: http://carsale.uol.com.br/editorial/noticia/11244-manutencao-dos-rolamentos-pode-evitar-acidentes

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Lenda - Pneus novos devem ser usados sempre na dianteira.

 
Realidade - O hábito de manter os pneus mais desgastados na traseira pode levar a um comportamento perigoso em curvas com piso molhado. Se esse eixo escapar, o motorista terá de ter habilidade de piloto para corrigir a derrapagem. Por isso, é preferível uma escapada de dianteira, cuja correção é instintiva, bastando aliviar o acelerador e esterçar mais o volante para dentro da curva. Por falar em pneus, não se comova - relacionando a um carro bem-cuidado - com o argumento de que "o estepe nunca rodou". Além do quê isso nada significa, pois o pneu pode acabar sem utilidade se vencer o prazo de cinco anos de vida útil da borracha.

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