Lenda - Em caso de chuva ou neblina, rodar com o pisca-alerta ligado facilita a visão do carro pelos outros motoristas.

 

 

Realidade - Os que seguem essa lenda estão expondo muitas vidas em perigo. O pisca-alerta só pode ser usado com o veículo parado. Ligá-lo em movimento, sobretudo em condições de baixa visibilidade, pode levar o motorista de trás a pensar que você parou e desviar, causando até um acidente. Acenda apenas os faróis baixos, os de neblina e a luz traseira de nevoeiro (se houver). Deixe o pisca-alerta para quando parar na pista (como em tráfego congestionado) ou em emergência no acostamento.

Lenda - O cinto pode matar se o carro pegar fogo ou cair num rio, pois retarda a saída dos passageiros.

 

RealidadeMera desculpa de quem ainda não aprendeu que ele salva muitas vidas. Primeiro porque há um tempo razoável para a saída dos ocupantes nessas situações, antes de a temperatura atingir um nível insuportável ou o veículo submergir. Mas, sobretudo, porque, com o cinto, é muito mais provável que os passageiros fiquem conscientes após o choque para abrir a fivela e afastar-se do carro.

Lenda - Escapamento esportivo e sem catalisador faz ganhar potência.
 

 

Ponteira-original-por-dentroRealidade - Certos "preparadores" usam soluções que trazem mais problema que benefícios. A retirada do catalisador - que é ilegal e irresponsável, pois aumenta muito a emissão de poluentes - pouco melhora a potência se não vier acompanhada de alterações na injeção (ou carburador) e ignição. O mesmo vale para escapamentos esportivos: a menor restrição pode, quando muito, diminuir a queda de potência no limite de giros do motor, permitindo "esticar" mais as marchas. Quem não supera a rotação de potência máxima terá apenas mais barulho, sem ganho em desempenho.

 

manutencao_preventiva_a3

Ao optar pela preventiva, seu mecânico pode determinar junto com você as prioridades de manutenção, ou seja, com determinada quilometragem o que realmente precisa ser substituído de imediato e o que pode esperar mais alguns milhares de quilômetros ou alguns meses. Dessa forma, os custos com a manutenção preventiva se tornam extremamente baratos a médio e longo prazo, quando comparados aos custos de uma quebra inesperada e os transtornos que a acompanham.

 

SEGUEM ALGUMAS DICAS :

 

1.CUIDADOS COM O ÓLEO 

Verifique o nível do óleo semanalmente. 

Veja como:
Com o motor frio, preferencialmente pela manhã antes da primeira partida e estando o veículo em piso nivelado retire a vareta do óleo, limpe-a com um pano ou papel insira e retire-a novamente.

O nível de óleo deve estar entre as marcas "Min" e "Max" gravadas na vareta.

Se necessário complete com o óleo recomendado pelo de mesma marca e ou recomendado pelo fabricante.

A maioria dos fabricantes considera normal um consumo de até 1 litro de óleo para cada 1000 quilômetros rodados.

2.LIQUIDO DE ARREFECIMENTO

Verifique o nível da água.

Com o motor frio e veículo nivelado, a água deve estar entre as marcas "Min" e "Máx" do reservatório.

Se houver necessidade de completar a água com muita frequência, Leve o veículo para um diagnóstico.

Não confie 100% dessas tarefas rotineiras ao frentista do posto de gasolina, muitos motores apresentam problemas sérios ocasionados pelo excesso de óleo e/ou proporções incorretas de aditivos de radiador, adicionados sem critérios nos postos de combustível.

3.CORREIA DENTADA

Utilizada em muitos motores, a correia sincronizadora (ou dentada) fica protegida por uma capa, não sendo possível examiná-la fora da oficina.

A sua função é manter o sincronismo entre a árvore de manivelas e o eixo comando de válvulas.

Se quebrar causará sérios danos nas válvulas e até nos pistões.

Sua troca ocorre em média a cada 50.000 quilômetros, dependendo do modelo do carro.

Informe-se no manual do proprietário ou na concessionária da marca do veículo sobre o intervalo de troca e siga-o rigorosamente.

4.FILTROS

Tanque, bomba de combustível, mangueiras, filtros, carburador ou injeção eletrônica. São os componentes que fazem parte deste sistema.

Para manter o sistema de alimentação em ordem a troca dos filtros é fundamental.

Filtro de Ar
Deve ser verificado periodicamente. Se estiver muito sujo deve ser substituído. Um filtro de ar sujo prejudica o desempenho do veículo, e aumenta o consumo de combustível.

Filtro de combustível
Troque nos intervalos recomendados pelo fabricante, em média nos veículos a gasolina a cada 20.000 quilômetros e nos a álcool entre 7.000 a 10.000 quilômetros, dessa maneira estará preservando o sistema de alimentação contra as impurezas do combustível.

Ao contrário dos veículos com carburador onde o filtro fica bem visível no cofre do motor, nos veículos com injeção eletrônica ele fica geralmente na parte inferior do veículo próximo ao tanque e muitas vezes sua reposição acaba sendo esquecida. Filtro entupido costuma deixar o motorista a pé!

5.VELAS DE IGNIÇÃO

Devem ser trocadas conforme a recomendação do fabricante. Em geral a cada 20.000/30.000 quilômetros. 

Carros turbinados de fábrica, com aumento de pressão de turbo (com chip instalado), verificar a cada 10.000 quilômetros.

Velas gastas causam falhas no funcionamento do motor, aumento no consumo e na emissão de poluentes.

6.BATERIA

As disponíveis do mercado hoje são do tipo “seladas” , ou seja , não é preciso adicionar água , o que não significa que estejam totalmente livres de manutenção.

Alguns cuidados evitam que você fique na mão na hora de dar a partida:

- Verifique periodicamente se os cabos estão limpos e bem fixados aos pólos da bateria.

- Mande testar anualmente as condições de funcionamento do sistema de carga e partida; bateria; alternador e motor de partida.

7.PNEUS E RODAS

Pneus e rodas são equipamentos básicos de segurança.

O estado de conservação e a calibragem correta garante a aderência na pista e a eficiência nas frenagens.

Use sempre pneus com as medidas indicadas no manual do veículo. Tamanhos incorretos alteram o comportamento da direção e tornam o veículo inseguro.

Calibre os pneus pelo menos a cada 15 dias ou antes de pegar a estrada. Procure fazê-lo sempre com os pneus frios, preferencialmente pela manhã.

Calibragem incorreta provoca desgastes irregulares na banda de rodagem do pneu, diminuindo sua vida útil. Se a pressão for insuficiente o pneu gasta principalmente nas bordas; se for excessiva, o desgaste será maior no centro.

Não esqueça de calibrar o estepe, que junto com o macaco, chave de roda, triângulo e extintor fazem parte dos equipamentos obrigatórios por lei.

Os pneus modernos trazem indicadores de desgaste, normalmente um triângulo ou as letras TWI impressos na lateral. Quando o desgaste atingir a marca TWI está na hora de trocá-los.

O limite legal de profundidade dos sulcos dos pneus é 1.6mm. Abaixo disso são considerados "carecas", podendo o veículo ser apreendido pelas autoridades de trânsito.

Faça o rodízio, o alinhamento e balanceamento a cada 10.000 km, isso aumenta a vida dos pneus e mantém o conjunto da suspensão e direção equilibrados, melhorando a segurança e dirigibilidade do veículo.

8.FREIOS

Não brinque com a segurança, verifique regularmente:

- O nível do fluído de freio.
- A espessura das pastilhas a cada 10.000 km.
- A lonas de freio e ajuste do freio de estacionamento a cada 30.000 km.

Troque o fluído a cada 2 anos, ou conforme a recomendação do fabricante. A troca é necessária porque o fluído absorve umidade. A presença de umidade diminui o ponto de ebulição do fluído, provocando ineficiência na frenagem. 

Não se esqueça de poupar os freios; ao descer uma ladeira nunca o faça em ponto morto.

Ao trocar as pastilhas o mecânico deve medir a espessura do disco de freio. Se estiver dentro da tolerância poderá ser retificado para tirar qualquer imperfeição e garantir a durabilidade das novas pastilhas. Se estiver fora da medida, deverá ser substituído.

Quando trocar as pastilhas evitar frear bruscamente nos primeiros 300 quilômetros para garantir o perfeito assentamento das pastilhas e discos de freio.

9.AR CONDICIONADO

Outro equipamento que está se tornando indispensável nos dias de hoje é o ar condicionado.

Para mantê-lo funcionando corretamente, o sistema deve ser ligado pelo menos 15 minutos por semana, mesmo nos dias mais frios. Isso é necessário para evitar o ressecamento das mangueiras e vedadores do compressor.

Muitos são equipados com um filtro que impede a entrada de impurezas externas e requer a troca anualmente.

10.SUSPENSÃO

Ruídos e falta de estabilidade nas curvas são os primeiros sinais de problemas! 
Faça uma revisão a cada 30.000 km e mande examinar:

- Amortecedores, molas e batentes quanto a ação e vazamentos;
- Folgas nas bandejas, buchas e pivôs;
- Folgas nos terminais e barras de direção.

11.CÂMBIO E EMBREAGEM

Verifique o nível do óleo do câmbio a cada 30.000 km. Alguns modelos não necessitam troca (Consulte o manual do seu veículo). Se perceber vazamentos, providencie o conserto o quanto antes.

Evite trancos durante as trocas de marchas, você pode estragar os anéis sincronizados e quebrar alguma engrenagem, e reparo no câmbio custa caro.

Não use o pedal da embreagem como apoio para o pé, se fizer isso a vida útil da embreagem estará comprometida.

Nas ladeiras use o freio de mão, nunca segure o carro usando os pedais da embreagem e do acelerador, se o fizer, estará queimando a embreagem e diminuindo a vida útil do conjunto, além de gastar combustível desnecessariamente.

Pedal de embreagem muito duro e dificuldade de engatar as marchas é sinal de desgaste no conjunto. A vida útil varia conforme o modo de conduzir o veículo.

12.CÂMBIO AUTOMÁTICO

O câmbio automático caiu no gosto dos motoristas brasileiros. Sua manutenção requer a troca de óleo e filtro nos intervalos recomendados pelo fabricante. Não descuide, procure um serviço especializado na hora da manutenção.

Para aqueles que ainda não têm um carro automático ou não conhecem o significado das letras PRND no console da alavanca, confira:

P – Park ou estacionado
Trava o câmbio e impede a movimentação do veículo

R – Reverse ou marcha à ré

N – Neutral ou ponto morto

D – Drive ou dirigir 
Nesta posição todas as marchas mudarão automaticamente conforme a rotação do motor e velocidade do veículo.

Os números 3-2-1 quando selecionados fazem as trocas somente até a marcha indicada, podendo ser utilizado em descidas para poupar os freios ou nas subidas, se estiver rebocando um trailler por exemplo.

 

Fonte: http://www.oficinadocarro.com.br/dicas_de_Manutencao.html

Como o Controle Eletrônico de Estabilidade operar?

Quando ESC detecta uma perda de controle da direção, ESC aplica automaticamente os freios para ajudar a manobrar o veículo em que o condutor tem a intenção de ir. Travagem é aplicada automaticamente às rodas individuais, dependendo da situação. ESC normalmente consiste nos sistemas eletrônicos de controle de tração e ABS usando vários sensores como sensor de ângulo do volante, sensor de taxa de guinada, sensor de aceleração lateral e sensor de velocidade da roda para monitorar a direção do veículo de viagem e curso pretendido do motorista. CES não pode ser instalado e precisa ser montado antes da venda.

 

Qual é a eficácia ESC? 

Controle_de_Estabilidade_1

ESC é um sistema de segurança comprovado. Pelo menos 40% dos acidentes rodoviários mortais são o resultado de derrapagem. Estudos internacionais mostram que ESC reduz acidentes derrapagem entre 25% e 35%, dependendo das condições da estrada.

 

 

Como posso saber se meu carro tem ESC?

Controle_de_Estabilidade

Apesar de Controle Eletrônico de Estabilidade é oficialmente abreviado como ESC, a tecnologia em seu carro pode ser chamado de ESP (Programa Electrônico de Estabilidade), DSC (Controle Dinâmico de Estabilidade), VSA (Vehicle Stability Assist), VSC (Controle de Estabilidade do Veículo), ou outras alternativas dependendo da marca do carro.Infelizmente, ESC não é sempre instalado como padrão ou disponíveis em todos os veículos. Pergunte ao seu revendedor para obter mais informações sobre o ESC e se ele é montado em seu carro ou disponível como uma opção no ato da compra.

 

Será que todos os carros de 5-estrelas têm ESC?

Para um carro a ser premiado com 5 estrelas, ESC deve ser de pelo menos opcional em todas as versões do modelo testado à venda na UE-27. Além disso, ESC deve estar presente em 90% ou mais de todas as variantes vendidos na UE-27. Atualmente, a Euro NCAP não testar ou comparar o desempenho de vários sistemas ESC, mas comparou o desempenho dos carros com e sem ESC.

 

Devo sempre ligar ESC?

É mais seguro que você nunca desligar ESC. ESC é sempre quando ligar a ignição. Alguns carros podem permitir que o sistema seja desligado manualmente. Desligá-lo produz uma luz de advertência no painel de instrumentos. É aconselhável sempre dirigir com ESC ligado, exceto quando a ativação seria impedir que o veículo de puxar de um terreno escorregadio, rampa ou outras situações semelhantes.

 

Conecte-se com a gente!

Antes de sair, faça uma visita em nossas redes sociais!

Curta, compartilhe e faça parte da nossa história você também!

facebook azul youtube original

Oficinas Credenciadas

Área Restrita