câmbio

A Fiat Chrysler Automóveis Brasil convoca os proprietários dos modelos Argo 1.3, Weekend 1.6, Grand Siena 1.6, Uno 1.3, Mobi 1.0, Palio 1.6, Strada 1.8 e Cronos 1.3. O motivo é um defeito no sensor de seleção de marcha do câmbio automatizado. Esse câmbio, dependendo do modelo recebe o nome comercial de Dualogic ou GSR.

Segundo o comunicado, o sensor pode falhar e, com o veículo em movimento, levar a mudança inesperada de marcha para o ponto motor (neutro). Com isso, pode ocorrer perda de força do motor. Assim, há risco de perda de dirigibilidade do veículo, levando a colisão com possibilidade de danos físicos e materiais aos ocupantes e a terceiros.

Solução

Para resolver o problema, a Fiat FCA fará a substituição do sensor de seleção das marchas dos modelos envolvidos. O tempo estimado de reparo é de, aproximadamente, uma hora. A Fiat coloca à disposição dos clientes o telefone 0800 707 1000 e o site da marca.

Confira abaixo o ano/modelo, numeração de chassi e quantidade de unidades envolvidas:

VEÍCULO

ANO/MODELO

CHASSIS NÃO SEQ.
(ÚLT. 6 DÍGITOS)

UNIDADES ENVOLVIDAS

Argo 1.3

2018

H10294 a H64699

5.097

Weekend 1.6

2017 e 2018

097241 a 099833

66

Grand Siena
1.6

2017 e 2018

329230 a 341048

567

Uno 1.3

2017 e 2018

796635 a 835113

916

Mobi 1.0

2018

465048 a 547697

2.572

Palio 1.6

2017

192022 a 199837

141

Strada 1.8

2017

152494 a 168706

34

Cronos 1.3

2018 e 2019

000012 a 022737

2.276

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: https://jornaldocarro.estadao.com.br

No último final de semana ocorreu o treinamento técnico de Diagnóstico em Injeção Eletrônica, com o Silverley.
Agradecemos ao grupo de Ribeirão que participaram de mais esse treinamento da REDE ECOCAR e aguardamos a próxima turma.

 

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"O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis."

José de Alencar

No final de semana passado (21 e 22/09), ocorreu o treinamento de Injeção Direta e gerenciamento eletrônico de bateria com o instrutor Alex Tadeu, no Car Limeira. Confira abaixo as fotos de mais esse treinamento da Rede Ecocar

 

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"O seu crescimento profissional é fruto do resultado benéfico envolto de atitudes visionárias."

Marcos Costa

No final de semana ocorreu o treinamento Extra - Reparo de Central e Imobilizador, com o Silverley.
Agradecemos a todos que participaram de mais esse treinamento da REDE ECOCAR e aguardamos a próxima turma.

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"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."

Coroa Coralina

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Carros elétricos ainda são difíceis de ver no Brasil. Enquanto a frota mundial é de 3 milhões de carros, dados da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico) indicam que há pouco mais de 8 mil veículos movidos a eletricidade no país, incluindo automóveis, ônibus e caminhões. Isso corresponde a míseros 0,02% da frota circulante total do planeta. No último ano, cerca de 3.200 carros eletrificados foram vendidos no país.

Vários fatores contribuem para o carro elétrico ainda não ter "vingado" no país. Além das poucas opções disponíveis no mercado (atualmente o BMW i3 é o único modelo à venda no Brasil, embora Chevrolet Bolt e Nissan Leaf estejam confirmados para os próximos anos), os preços exorbitantes e falta de infraestrutura também desencorajam quem pretende entrar na onda da "eletrificação".

 

Mitos sobre carros elétricos:

1. Gasta muita energia de quem carrega em casa.

É difícil estabelecer um cálculo padrão em um país sem infraestrutura adequada. Entretanto, associações de carros elétricos estimam que o veículo consuma a mesma quantidade de energia de um aparelho de ar-condicionado de tamanho médio. Estima-se que um carro elétrico gaste, em média, cerca de 184 kWh por mês, o equivalente a R$ 0,05 por quilômetro rodado.

2. Carro elétrico pode “dar choque” em enchentes.

Mito. As baterias foram projetadas para suportar situações de risco, incluindo contato com água. Justamente por isso é que os componentes internos, incluindo conectores e baterias, estão devidamente isolados contra fatores externos, impedindo que a água atinja alguma dessas partes. De qualquer maneira, existe um sistema de emergência que funciona como um disjuntor, desconectando a ligação entre carro e baterias assim que identifica qualquer anomalia no funcionamento.

3. A bateria pode "viciar"

Mito. Ao contrário das antigas baterias de telefones celulares e notebooks, as baterias mais comuns de veículos híbridos e elétricos são feitas de íons de lítio. E uma das virtudes está na ausência do tal “efeito memória”, impedindo que a capacidade de armazenamento de carga seja prejudicada caso haja alguma carga residual no momento da recarga. 

4. Há risco de a bateria explodir durante a recarga

Mito. As baterias atuais saem de fábrica com um chip responsável por controlar entrada e saída de carga. Assim, não há risco de explosão repentina, como podia acontecer no passado com notebooks e celulares de primeira geração.

5. Carros elétricos são “chatos” de dirigir

Mito. Os críticos adoram dizer que não há emoção em dirigir um automóvel sem ouvir o ronco do motor. Mas não é bem assim: o barulho de um V8 pode até fazer falta, mas a presença de torque instantâneo compensa qualquer silêncio. É só acelerar que o carro elétrico arranca imediatamente, muito mais rápido do que um veículo similar movido a combustão. Alguns deles são mais ágeis até do que superesportivos: uma rápida busca no YouTube lista vários vídeos de arrancadas entre carros da Tesla e bólidos de Ferrari e Lamborghini. A vitória, claro, fica nas mãos dos elétricos.

Verdades sobre carros elétricos:

1. Manutenção é mais simples do que a de um carro a combustão

Verdade. Um motor elétrico tem poucas peças móveis e não precisa de óleo nem de filtros para funcionar. Mesmo assim, o dono deve seguir o cronograma de manutenção preventiva estabelecido pela montadora para analisar não apenas o estado do motor como o de outros componentes presentes em qualquer carro, como o sistema de freios.

2. É difícil achar pontos de recarga no Brasil

Verdade. Não há como pensar nisso antes de trocar seu carro por um modelo elétrico. Até agora há apenas alguns pontos montados pela BMW em locais como supermercados, shoppings centers e (ironicamente) postos de combustível. A marca alemã também acaba de inaugurar uma “eletrovia” ligando as capitais São Paulo e Rio de Janeiro, com seis pontos de recarga espalhados por 430 km da Via Dutra.

Alguns poucos condomínios (residenciais e comerciais) também oferecem serviço de recarga para condôminos e eventualmente visitantes. A CPFL, distribuidora de energia na região de Campinas, mantém 25 eletropostos, sendo 10 deles públicos e os demais construídos em parceria com empresas.

Aos poucos, algumas cidades vão aderindo à eletrificação. Fora do eixo Rio-SP, existe uma eletrovia no Paraná e estações de recarga em Fortaleza.

3. Autonomia pode ser insuficiente

Verdade. Ficar a pé é o maior medo de quem pensa em comprar um carro elétrico. Embora a autonomia de 150 km a 200 km da maioria dos veículos atuais seja mais do que suficiente para cumprir o trajeto diário de moradores de grandes cidades, existe uma parcela de motoristas que precisam rodar mais do que isso diariamente -- especialmente quem mora em uma cidade no interior e precisa pegar estrada todos os dias para chegar ao trabalho. Isso acontece muito em países com uma maior área territorial, como o Brasil. Afinal de contas, como achar pontos de recarga em uma nação sem infraestrutura adequada?

4. Falta incentivo do governo

Verdade. Ao contrário do que acontece em alguns países, quem compra carro elétrico não é beneficiado com descontos generosos. Isso já acontece nos Estados Unidos, especialmente no estado da Califórnia, onde uma parte dos veículos vendidos lá precisa ser movido a eletricidade. Por lá, alguns proprietários recebem uma parte do valor investido em infraestrutura para carregamento em sua casa (como na instalação de painéis solares) na forma de abatimento no imposto de renda. Já o governo chinês fornece subsídios para impulsionar a venda dos carros. Resultado: quase meio milhão de carros elétricos foram vendidos em 2017.

Por aqui, o único benefício concedido a donos de veículos movidos a eletricidade acontece apenas em algumas cidades, como São Paulo (onde há isenção do rodízio e desconto de metade do IPVA) e Rio de Janeiro (onde há apenas o abatimento no imposto).

Pelo menos há uma luz no fim do túnel: o IPI para carros elétricos deve ser reduzido a partir de novembro deste ano, após a oficialização do Rota 2030. A porcentagem do imposto será determinada pelo peso e eficiência energética, variando de 7% a 18%.

5. Descarte das baterias ainda não tem solução

Verdade. Este é um problema mundial ainda sem solução. Baterias não podem ser descartadas normalmente, como acontece com lixo convencional. Isso porque elas são feitas de metal pesado, que pode causar problemas à saúde e ao meio-ambiente. Por enquanto, a maioria das fabricantes pega as baterias de volta e exportam para outros países que possuem tecnologia para desmontar as baterias e reciclar alguns metais de sua composição.

 

 

 

 

Fonte: Vitor Matsubara | Do UOL, em São Paulo (SP)

Carros elétricos ainda são difíceis de ver no Brasil. Enquanto a frota mundial é de 3 milhões de carros, dados da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico) indicam que há pouco mais de 8 mil veículos movidos a eletricidade ... - Veja mais em https://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2018/09/17/veja-cinco-mitos-e-cinco-verdades-sobre-carros-eletricos.htm?cmpid=copiaecola

Resultado de imagem para Placa Mercosul começa a ser implantada no Rio de Janeiro

 

Demorou, mas chegou. A placa em padrão do Mercosul finalmente foi liberada para veículos novos e transferência de propriedade no Brasil. A partir desta terça-feira (11), os veículos que forem comprados no estado do Rio de Janeiro ou transferências começam a ser emplacados com a identificação atualizada.

Esse novo padrão do Mercosul, assim como  anterior, tem uma taxa de emplacamento de R$ 219,35. Ou seja, não houve aumento de tarifa para esse serviço, mas no caso de transferência de veículo, ela será cobrada para um novo emplacamento do carro. A partir de agora, o relógio começa a correr contra os estados, que serão obrigados a implementar o novo padrão até 1 de dezembro de 2018.

Nesse momento inicial, os proprietários de veículos não são obrigados a instalarem a nova placa, mas de acordo com o Detran-RJ, o padrão é mais seguro que o anterior, pois evitam a possibilidade de clonagem. Já implementadas nos vizinhos Argentina, Paraguai e Uruguai, a nova identificação permitirá que os veículos do bloco econômico possam ser identificados em toda a região.

Isso possibilitará a aplicação de maior fiscalização sobre os veículos e evidentemente a cobrança de multas, mas também a possibilidade de rastreio de um carro roubado num dos países do bloco, por exemplo.

Apesar do padrão ser o mesmo, cada país tem um conjunto de cores e posição de números e letras diferenciado, assim como alguns caracteres usados para aumentar a segurança contra clonagem ou falsificação. No Brasil, a placa tem faixa azul na parte superior e fundo branco, tendo ainda quatro letras e três números, diferente da usada ainda hoje por aqui.

Selos identificam estados e municípios na composição visual da placa, o que dificultará a percepção da origem do veículo de longe, sendo possível observa-la apenas de perto e mesmo assim, a pessoa terá de conhecer bem tais selos para saber a origem do emplacamento. Nesse aspecto, a segurança será ampliada, retirando-se o nome da cidade e a sigla dos estados.

Com 40 cm de largura e 13 cm de altura, a nova placa ainda tem outros selos anti-falsificação e QR Code para verificação dos dados do veículo. Para identificação do tipo de veículo, as cores serão diferentes: preta (particular), vermelha (comercial/aprendizagem), azul (oficial), verde (especial), amarela (diplomático) e prateada (colecionador).

 

 

 

Fonte: https://www.noticiasautomotivas.com.br 

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