Citroën Aircross e C3 (Foto: Divulgação)

Citroën Aircross e C3 (Foto: Divulgação)

 

 

A Citroën lançou nesta segunda-feira (29) a linha 2018 dos modelos C3 e Aircross. A grande novidade é a adoção do câmbio automático de 6 marchas, que já equipa C4 Lounge e C4 Picasso. Os preços variam de R$ 58.540 a R$ 76.400.

 

VEJA OS PREÇOS

C3

  • Attraction: R$ 58.540
  • Tendence: R$ 61.940
  • Exclusive: R$ 65.490

Aircross

  • Live: R$ 67.990
  • Shine: R$ 76.400
Citroën C3 e Aircross (Foto: Divulgação)
Citroën C3 e Aircross (Foto: Divulgação)

A nova caixa chega para substituir a defasada automática de 4 marchas. O câmbio é fornecido pela empresa japonesa Aisin, e será sempre combinado ao motor 1.6 de 118 cavalos - o mesmo de antes, mas com 4 cv a menos.

Outra novidade são os modos de condução: Drive, Sport e Eco. A Citroën também oferece uma nova opção de cor, marrom metálico. No quesito equipamentos, todas as versões passam a contar com a central multimídia com tela de 7 polegadas.

A nova versão Attraction automática do C3 parte de R$ 58.540. Ela traz ar condicionado, direção elétrica, central multimídia, faróis de neblina e vidros e travas elétricas.

Até então, as versões automáticas eram vendidas por R$ 60.090 (Tendence) e R$ 64.490 (Exclusive). Já a oferta com câmbio manual e motor 1.2 de três cilindros e 90 cv segue à venda.

Já o Aircross automático tinha versões por R$ 66.255 (Live), R$ 69.905 (Feel), R$ 69.990 (Shine Business PCS) e R$ 75.695 (Shine).

 

 

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Citroën AirCross (Foto: Divulgação)

 

 

 

Fonte: G1/Auto Esporte
 

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Uma notícia que tem sido compartilhada nas redes sociais dá conta de que o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) proibiu motocilistas de usar baú. Não é verdade.

O boato que circula na internet deriva de uma interpretação errada de uma portaria publicada neste ano. Na portaria, o Denatran afirma que são necessários documentos adicionais para utilizar o baú, mas esclarece que essa exigência vale apenas para os motofretes.

 (Foto: Arte/G1)  (Foto: Arte/G1)

(Foto: Arte/G1)

 

Veja o que diz uma das mensagens que circulam na internet:

 

"O Denatran quer proibir motos de usar baú. Sinceramente não sei aonde vamos parar. Estamos largados sem um representante para nós motociclistas. Quer dizer que não posso levar a tranca no baú? Não posso viajar de moto com bagagem no baú e nas malas laterais ou alforges?"

O Denatran diz que a portaria nº 60, de 2017, foi mal interpretada. Segundo o órgão, ela apenas substitui os anexos da portaria nº 64/2016, que trata das modificações permitidas em veículos.


"Quanto à previsão da modificação, a inclusão de dispositivo para o transporte de carga (item 17 do anexo da portaria Denatran nº 60/2017), informamos que trata-se de modificação do veículo, que passa da condição espécie passageiro para espécie carga, a fim de atender a resolução Contran nº 356/2010, referente ao transporte remunerado de carga (motofrete). Ressaltamos que motocicletas e motonetas que não enquadram-se como transporte remunerado (motofrete) não estão contemplados no item 17 do anexo da portaria em questão."

 

Pessoas passaram a compartilhar portaria como se ela proibisse qualquer moto de portar baú (Foto: Reprodução/Facebook) Pessoas passaram a compartilhar portaria como se ela proibisse qualquer moto de portar baú (Foto: Reprodução/Facebook)

Pessoas passaram a compartilhar portaria como se ela proibisse qualquer moto de portar baú (Foto: Reprodução/Facebook)

 

O Denatran também enviou perguntas e respostas para esclarecer o assunto. Veja:

 

1) Será necessário fazer a alteração no documento?

Para os veículos destinados ao transporte remunerado de carga (motofrete) é necessário alterar o registro, passando a espécie de passageiro para carga.

 

2) Qual o procedimento será preciso fazer?

Para realizar a modificação no veículo é necessário primeiro solicitar prévia autorização ao Detran, depois realizar inspeção veicular para obtenção do CSV, e enfim fazer a regularização junto ao Detran.

 

3) Irá ter alguma taxa para isso?

Quanto à emissão de CRV, deve ser verificado com os Detrans se há cobrança de taxas.

 

4) Qualquer tipo de moto/motoneta irá precisar fazer essa alteração?

Não. Somente as motocicletas e motonetas destinadas ao transporte remunerado de carga (motofrete).

 

5) Motos de viajantes com alforges estão inclusas nessa portaria?

Não estão incluídas. A portaria vale somente para as motocicletas e motonetas destinadas ao transporte remunerado de carga (motofrete).

 

Colaborou Rafael Miotto

 


Fonte: G1

Airbag defeituoso pode lançar fragmentos contra os passageiros (Foto: REUTERS/Joe Skipper)

 

Carros novos continuam sendo vendidos com airbags da Takata que contêm o "ingrediente" envolvido nas explosões ligadas a 16 mortes no exterior.

Mesmo tendo gerado o maior recall da históriamulta bilionária à fabricante japonesa nos Estados Unidos, o defeito dos "airbags mortais" não fez com que esse tipo de substância em forma de pó, chamada nitrato de amônio, fosse proibida.

O que mudou de 2013, quando o problema foi anunciado, para cá é que agora os airbags da Takata feitos com nitrato de amônio possuem também um elemento secante, com a função de impedir a infiltração de umidade no interior da peça.

Sem a proteção, segundo estudos, a longa exposição ao calor e ao clima úmido contamina esses airbags, fazendo com que explodam e lancem estilhaços de metal contra os ocupantes, causando graves ferimentos ou até a morte. Ainda há cerca de 2 milhões de carros no Brasil sob risco.

 

Quando procuradas as 10 montadoras que realizaram recalls dos airbags da Takata no Brasil. Cinco confirmaram que ainda utilizam os equipamentos da companhia japonesa: Toyota, Honda, Nissan, Mitsubishi e Subaru. Todas disseram que eles contêm o elemento secante (veja mais abaixo).

 

A FCA, responsável por Fiat, Chrysler, Jeep e RAM, e a Volkswagen não enviaram resposta até a publicação da reportagem. A Audi e a General Motors, dona da Chevrolet, afirmaram que não responderiam aos questionamentos.

 

EUA exigirão troca

 

No mercado americano, a solução do agente secante nos airbags da Takata foi aceita como provisória. As fabricantes que substituirem os equipamentos defeituosos por outros com nitrato de amônio, mesmo protegidos da umidade, terão que trocar a peça até o final de 2019.

Isso fará o número de veículos envolvidos em recalls da Takata, que já passa de 30 milhões em todo o mundo, saltar para 70 milhões.

 

A intenção do governo americano é que os carros não passem vários anos com airbags de nitrato de amônio, ainda que tenham o agente secante.

Isso porque o tempo foi considerado um item determinante para os acidentes registrados. Segundo a agência que regulamenta os transportes nos EUA, carros fabricados entre 2001 a 2003, com airbags defeituosos, têm 50% de chance de bolsa explodir durante colisão.

 

No Brasil, não há previsão de medida semelhante. O Ministério da Justiça, que regulamenta recalls, respondeu que só poderia se pronunciar sobre o assunto após o Denatran se posicionar "porque é o órgão que tem competência pela segurança veicular no Brasil".

O Denatran informou que "tem acompanhado as discussões internacionais na questão dos airbags e do índice de efetividade do recall da Takata", mas que, no Brasil, "não há discussões a respeito de novas regras para o equipamento de segurança".

 

O que dizem as montadoras no Brasil

 

Questionadas, as marcas que fizeram recalls dos "airbags mortais" ainda usam o equipamento da Takata e se eles agora contêm o agente secante.


Audi

Não respondeu.

 

BMW

Não confirmou se ainda utiliza airbags da Takata. A empresa disse que substituiu mais de 13 mil airbags da marca japonesa, fez teste nos equipamentos e que não houve ruptura naqueles insufladores. A marca também informou que, no desenvolvimento de seus futuros produtos, não irá utilizar o nitrato de amônio sem que haja elemento secante.

 

Chevrolet

Não respondeu.

 

Fiat / Chrysler / Jeep / RAM

Não respondeu.

 

Honda

Segunda marca com mais veículos chamados para conserto dos airbags, a Honda também continuam usando as bolsas da Takata, também com o nitrato de amônio e o elemento secante.

De acordo com a montadora, também há airbags de outros fornecedores – e estes utilizam o nitrato de guanidina para abrir as bolsas.

 

Mitsubishi

A marca disse que a maioria de seus veículos possuem airbags fornecidos pela Autoliv. "A Takata ainda fornece alguns modelos, porém já não utilizam o nitrato de amônia como insuflador", disse a Mitsubishi, em nota.

 

Nissan

A Nissan informou que utiliza insufladores das marcas Takata, Daicel e Nippon Kayaku no Brasil. No caso da primeira, o elemento expansor é o nitrato de amônio, porém com o agente secante. Para as bolsas das outras companhias, o elemento responsável pelo insuflador é o nitrato de guanidina.

 

Subaru

A japonesa Subaru informou que os airbags dos modelos Legacy e Outback são fabricados pela Takata e contam com o agente secante para impedir infiltração nos insufladores, que possuem o nitrato de amônio.

Os modelos Forester, Impreza Sedan, WRX, WRX STI e XV utilizam airbags fornecidos pela Toyoda Gosei.

 

Toyota

A Toyota é a marca que tem mais unidades convocadas para recalls por esta falha. A fabricante afirmou que ainda utiliza os airbags da Takata, mas apenas na bolsa do passageiro do Corolla. Ele possui nitrato de amônio, porém com o elemento secante.

Nos demais airbags do Corolla (são 7 no total) e nos outros carros da marca, o equipamento agora é fornecido por outra fabricante, não informada pela montadora.

 

Volkswagen

Não respondeu.

 

Como acontece a falha

 

A longa exposição ao calor e à umidade é o principal agente no caso dos "airbags mortais".

Segundo estudos da empresa aeroespacial Orbital ATK, os airbags da Takata não possuem uma substância capaz de reduzir a umidade, aumentando o risco da explosão após longa exposição ao calor ou a ambientes úmidos.

Além disso, a montagem do dispositivo permite que a umidade penetre no airbag e corrompa partes metálicas.

Com isso, a explosão do airbag acontece forte demais, quebrando a caixa de metal e atirando os pedaços contra os ocupantes, causando graves lesões e até a morte. 

 

 

Fonte: Auto Esporte/G1

 

 

CARROS E COMERCIAIS LEVES
(marca / versão / mês do chamado / parte afetada)

 

Audi A3 Sportback (abril): ABS e ESC

526 unidades. Problema elétrico afeta as funções do freio antitravamento (ABS) e do controle de estabilidade (ESC). Leia mais

 

Audi A4 Sedan (março): cinto de segurança

7 unidades. Tensionadores do cinto de segurança podem não funcionar em caso de colisão.

 

Audi A4 e A5 (abril): arrefecimento
5.570 unidades. Partículas podem bloquear a bomba suplementar de arrefecimento do motor, causando superaquecimento e até incêndio. Leia mais

 

Audi Q5 e SQ5 (abril): airbags

2.395 unidades. Possibilidade de infiltração de água na área do teto solar pode causar corrosão nos geradores de airbag de cabeça. Leia mais

 

BMW i3 (março): risco de incêndio
178 unidades. Falha de instalação permite atrito entre o tubo de ventilação do tanque com o cabo positivo da bateria. Leia mais

 

BMW Série 1, Série 3, Série 5 e Z4 (abril): eixo cardã
152 unidades. A junta do eixo cardã pode não apresentar resistência suficiente e quebra. Leia mais

 

BMW X5 fabricado entre novembro de 2007 e agosto de 2008 está em recall (Foto: Divulgação)

BMW Série 3, Série 5, M3, M5 e X5(fevereiro): airbag

2.406 unidades. Parte destes veículos pode estar equipada com airbags da japonesa Takata, responsável pelo escândalo que ficou conhecido como "airbags mortais". Leia mais

 

BMW Série 4 430i Cabrio Sport (março): airbag
4 unidades. Há risco do airbag lateral dianteiro não ser ativado na ocorrência de uma colisão.Leia mais

 

BMW X1 (março): airbag
23 unidades. Falha no revestimento do airbag pode prejudicar o funcionamento da bolsa de segurança.

 

Chevrolet Onix (maio): pneu
22 unidades. Problema na montagem fragilizou a estrutura dos pneus. Leia mais

 

Chrysler Town & Country e Dodge Journey (fevereiro): airbag
598 unidades. Início dos atendimentos do recall de airbag convocado em março de 2016Leia mais

 

Citroën C4 Lounge (fevereiro): sistema de combustível
7.752 unidades. Fissura na tubulação de combustível pode acarretar vazamento e incêndio. Leia mais

 

Fiat Punto e Linea (janeiro): eixo traseiro
113.512 unidades. Trinca no eixo pode provocar desalinhamento no volante e contato dos pneus com peças plásticas da carroceria. Leia mais

 

Fiat Toro (abril): software do motor
9.343 unidades. Dispositivo que desliga o motor em situações de emergência não está funcionando. Leia mais

 

Fiat Uno e Strada (março): sistema de combustível
17.111 unidades. Falha pode provocar funcionamento irregular do motor e até o desligamente inesperado em movimento. Leia mais

 

Fiat Bravo, Doblò, Doblò Furgão, Fiorino, Grand Siena, Idea, Linea, Novo Palio, Palio Fire, Palio Weekend, Siena, Strada e Uno (maio): alternador
70.740 unidades. Falha pode fazer o motor do carro desligar. Leia mais

 

Ford Fusion flex (Foto: Divulgação)

Ford Fusion (janeiro): cinto de segurança
20.020 unidades. Ocupantes podem ficar retidos de maneira inadequada nos assentos, aumentando riscos de lesão. Leia mais

 

Ford EcoSport, Ka e Ka+ (fevereiro): cinto de segurança
A fixação da lingueta no fecho pode não ser adequada. Leia mais

 

Ford Edge (março): airbag
Bolsa de segurança pode não inflar totalmente ou se desprender da base. Leia mais

 

Ford Ranger (abril): airbags
910 unidades. Airbags laterais do motorista e passageiro podem não abrir, aumentando o risco de ferimentos. Leia mais

 

Ford New Fiesta e Fusion (abril): portas
12.910 unidades. Problema detectado em 2015 no Brasil afeta mais unidades do Fusion e do New Fiesta, além do EcoSport. Leia mais

 

Honda Civic, City, Fit e Accord (janeiro): airbags
34.530 unidades. Mais uma convocação dos chamados airbags "mortais". O defeito é no insulflador do passageiro, que, ao ser acionado, pode projetar pedaços metálicos e causar ferimentos e até a morte. Leia mais

 

Jaguar XF (março): sistema de combustível
619 unidades. Tubos de combustíveis serão substituídos e presilhas adicionais, para evitar atrito, serão instaladas. Leia mais

 

Jaguar XE e F-Type (abril): cinto de segurança
197 unidades. Uma falha pode fazer com que o pré-tensionador do cinto de segurança não funcione, causando risco de ferimentos aos ocupantes. Leia mais

Jeep Compass (março): software do motor
1.141 unidades. Dispositivo que desliga o motor em situações de emergência não está funcionando. Leia mais

 

Jeep Wrangler (janeiro): sensor de impacto dianteiro
18 unidades. Falha no sensor que ativa os airbags e o pré-tensionador dos cintos de segurança.Leia mais

 

Jeep Compass Trailhawk 2017 (Foto: Flavio Moraes/G1)

Jeep Wrangler (fevereiro): airbag
573 unidades. Início dos atendimentos do recall de airbag convocado em março de 2016Leia mais

 

Lexus IS 300 (janeiro): airbag
26 unidades. Modelo é equipado com airbag da Takata, que pode lançar fragmentos metálicos contra os passageiros.

 

Mercedes-Benz Classe E 250 (março): direção elétrica
2 unidades. Existe a possibilidade de falha na sola dos contatos elétricos do módulo de assistência da direção. 

 

Mercedes-Benz GLE, GL e GLS (janeiro) airbag
186 unidades. Problema no software pode fazer a bolsa de segurança não funcionar corretamente quando necessário. Leia mais

 

Mercedes-Benz ML 350 (fevereiro): fixação
1 unidade. Parafusos do eixo dianteiro e traseiro podem ter sido montados incorretamente. Em caso de quebra, haverá perda de dirigibilidade.

 

Mercedes-Benz Vito (abril): coluna de direção
341 unidades. Parafuso de fixação da junta universal da coluna de direção pode não ter sido apertado corretamente. Leia mais

 

Peugeot 308 e 408 (fevereiro): sistema de combustível
34.367 unidades. Fissura na tubulação de combustível pode acarretar vazamento e incêndio. Leia mais

 

Porsche 911 Carrera, 718 Boxter e 718 Cayman (janeiro): sistema de combustível
73 unidades. É possível que o parafuso de fixação dos tubos coletores de combustível não esteja apertado adequadamente. Leia mais

 

Range Rover Sport (março): airbag
1 unidade. Defeito no acionador do airbag dianteiro do passageiro pode fazer a bolsa não abrir em caso de colisão.

 

Renault Sandero e Duster (janeiro): airbag
3.820 unidades. Devido a um problema na fabricação, airbag pode não funcionar em caso de colisão. Leia mais

 

Renault Duster Oroch automática (Foto: Divulgação)

Renault Sandero, Logan, Duster e Oroch(fevereiro): fixação
28.814 unidades. Faltou 'apertar' os parafusos de fixação do eixo traseiro e do berço do motor.Leia mais

 

Subaru Forester (janeiro) sistema de emissões
120 unidades. Falha pode gerar superaquecimento na bomba de injeção de ar secundário, com risco de incêndio.

Subaru Legacy, Outback, Tribeca, Forester, Impreza e WRX (abril): airbags
1.457 unidades. Convocação para troca dos airbags "mortais" do passageiros fabricados pela Takata. Leia mais

 

Suzuki Grand Vitara (março): câmbio
4.741 unidades. Falha na fabricação pode ocasionar quebra do eixo da mudança de marcha, com risco de acidentes graves. Leia mais

 

Toyota Corolla, Etios, Hilux e SW4 (abril): airbags
538.730 unidades. É a maior campanha já anunciada para consertar os "airbags mortais" no Brasil.Leia mais

 

Volkswagen Jetta, Jetta Variant e Eos (março): sistema ABS
7.182 unidades. Antitravamento das rodas e controle eletrônico de estabilidade podem não funcionar. Leia mais

 

Volkswagen Amarok (abril): dieselgate
17.057 unidades. Com atraso e após determinação do Ibama, picapes com software que burla testes de emissões de poluentes serão reparadas no Brasil. Leia mais

 

Volkswagen Gol, Voyage, Saveiro, Up!, Fox, CrossFox, SpaceFox e Space Cross (maio): alternador
54.170 unidades. Veículos podem ter pane elétrica por falha no alternador, e até o desligamento do motor. Leia mais

 

Volvo V40, V40 Cross Country, S60, V60 e XC60 (janeiro): airbags
95 unidades. Mistura de reagentes fora da especificação pode fazer com que bolsas não abram em acidentes. Leia mais

 

Volvo XC90 (março): airbags e instruções
145 unidades. Em um recall duplo, fabicante vai corrigir falha no airbag do teto e também incluir informações sobre as bolsas infláveis no para-sol. Leia mais

 

MOTOS
(marca / versão / mês do chamado / parte afetada)

 

Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)

Ducati Scrambler (fevereiro): sensor do suporte lateral
326 unidades. Falha no sensor do suporte lateral pode fazer a moto desligar em movimento ou ligar com o suporte estendido.Leia mais

 

Honda GL 1800 Gold Wing (janeiro): airbag
80 unidades. É o segundo recall do modelo no Brasil por causa dos "airbags mortais" da Takata. Leia mais

 

Suzuki V-Strom 650A e 650XT (janeiro): sistema elétrico
2.591 unidades. O material de isolamento pode derreter, causando curto-circuito e carga insuficiente da bateria.

 

Yamaha Lander, Fazer 250, Ténéré 250, R3 e MT-03 (março): risco de incêndio
49.984 unidades. Dois problemas diferentes podem fazer moto desligar em movimento ou correm risco de incêndio. Leia mais

 

Yamaha MT-09 e MT-09 Tracer (abril): guidão
2.770 unidades. Falha no suporte do guidão pode provocar perda do controleLeia mais

 

 

Fonte: Auto Esporte/G1

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